Plano de estudo personalizado para a OAB: vale a pena apostar?

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Plano de estudo personalizado para a OAB: vale a pena apostar?

Ter um cronograma de estudos personalizado para a OAB é um excelente investimento e pode ser o diferencial para conquistar a tão sonhada aprovação na OAB.

Isso ocorre não só pelas características específicas dessa prova, mas principalmente pelas diferenças existentes entre os candidatos.

Ficou curioso? Então, continue a leitura e entenda por que você deve trilhar seu próprio caminho quando o assunto é passar de vez no Exame da Ordem!

Por que o modelo tradicional pode ser um problema?

O principal problema do modelo tradicional é a ideia de que todos os candidatos são iguais, ou seja, de dar tratamento uniforme aos postulantes à advocacia. É como se um médico fizesse seus diagnósticos em grupos de pessoas, em vez de ouvir e analisar os sintomas caso a caso.

A consequência desse plano de estudo é uma alocação inadequada de tempo, energia e dinheiro do estudante. Confira alguns pontos em que isso é mais sensível:

1. Nível de preparo

Ao observar as características dos candidatos da OAB, é fácil notar os diferentes níveis de preparação em cada uma das disciplinas. Um simples simulado indicaria que alguns estão melhores em “X”, e outros em “Y”.

Com efeito, quando todos os estudantes são submetidos ao mesmo plano de estudo, a tendência é que as pessoas deixem de lado matérias em que apresentam dificuldades e revejam pontos em que já são eficientes.

Imagine, por exemplo, que você tem 20 horas para estudar. Se você encontra dificuldades em Direito Civil e sabe tudo de Direito Penal, o melhor é focar naquela matéria e apenas revisar alguns desta última, não é mesmo?

Contudo, se um curso oferecer aulas padronizadas, a tendência é que cada matéria receba 10 horas de conteúdo. Logo, você continuará tão bom quanto sempre foi em Penal e terá apenas uma ligeira melhora em Civil, quando poderia, de fato, suprir essa deficiência.

Sendo assim, um simples ajuste para que o estudo se adapte às suas necessidades pode ser o diferencial para a aprovação.

2. Falta de flexibilidade

Um segundo ponto importante é o fato da vida dos candidatos não estar organizada de maneira uniforme. Alguns cursam o último ano de faculdade, outros trabalham e estudam e um terceiro grupo está 100% focado no Exame da Ordem, só para citar alguns exemplos.

Sendo assim, é evidente que um plano de estudo padronizado trará consequências indesejáveis.

Ora, aqueles com menos tempo disponível precisam focar em pontos mais essenciais, ao passo que os demais podem buscar acertos em matérias com uma chance menor de cair na prova. Logo, o tratamento igualitário, nesse caso, não é proveitoso para nenhum dos dois.

3. Ritmo de estudo

Para finalizar, é importante compreender também que as pessoas têm diferentes ritmos de estudo e aprendizado, seja em razão de um talento natural para certas matérias ou, até mesmo, da afinidade com o conteúdo.

Tal fato se reflete principalmente na concentração durante o estudo de cada disciplina. Quando assistimos uma aula que nos interessa naturalmente, mantemos o foco por mais tempo, ao passo que um assunto chato logo nos tira a atenção.

Por outro lado, é igualmente natural que o aprendizado seja mais rápido em algumas matérias do que em outras. Inclusive, todo mundo tem aquelas disciplinas em que se sente mais confiante.

Por isso, o plano de estudo precisa dar conta dessas diferenças e se ajustar ao ritmo de estudo para um melhor resultado em cada matéria.

Quais são as vantagens do estudo personalizado?

Ao contar com um plano de estudo personalizado, a tendência é que o candidato esteja em uma posição de vantagem em relação aos demais. Veja alguns benefícios desse modelo de preparação:

1. Aumentar o número de acertos

O Exame da Ordem mescla questões fáceis, médias e difíceis, distribuindo as perguntas em pequenos grupos para cada matéria.

Com efeito, aquele que já acertaria muitas questões de uma disciplina tem uma margem pequena de evolução, enquanto o estudante que avança em seus pontos fracos imediatamente adquire os pontos das questões mais simples.

Por exemplo, se o candidato “A” acertar 5 das questões de Direito Constitucional e 2 das de Direito Civil, o espaço para evolução na primeira matéria é de 2 pontos, ao passo que na segunda é de 5 pontos, considerando a média de 7 questões que caem na prova.

Sendo assim, a tendência é que um estudo personalizado torne o desempenho mais eficiente, dando uma quantidade segura de pontos em cada disciplina. Afinal, ele permite o foco justamente nos pontos de dificuldade em que existe maior espaço para o crescimento.

2. Evitar o retrabalho

Quando todos estudam de forma padronizada, inevitavelmente alguns membros do grupo repetirão tarefas, lendo ou assistindo aulas sobre o mesmo assunto diversas vezes.

Esse retrabalho é diferente de uma revisão de conteúdo eficiente, uma vez que as tarefas relacionadas a memorização partem de textos resumidos, em geral, anotações realizadas pelo aluno.

Por isso, personalizar o estudo significa abrir espaço para o aprendizado de novas matérias e evitar uma carga de trabalho pouco produtiva.

3. Tornar o desempenho mais uniforme

O Exame da Ordem exige um desempenho uniforme, ou seja, a capacidade de pontuar razoavelmente bem em muitas disciplinas.

Isso ocorre porque o número de questões por matéria é relativamente baixo: com exceção de Ética Profissional, nenhum assunto é cobrado em mais de 7 perguntas.

Logo, invariavelmente, o candidato tem de pontuar nas disciplinas em que ele tem dificuldades de compreensão.

Sendo assim, como esse é o foco do estudo personalizado, fica evidente a sua contribuição para realização de uma prova mais segura.

4. Estudar em horários mais flexíveis

Por fim, vale ressaltar a flexibilidade de um plano de estudo personalizado. Nele, a quantidade de tarefas realizadas pode ser compatibilizada com o tempo disponível em cada dia.

Isso permite que mesmo aqueles com dificuldades de conciliar o estudo com as tarefas cotidianas façam uma preparação adequada e aumentem suas chances de passar de vez no Exame da Ordem.

Como elaborar um plano de estudo personalizado?

Agora que você já entende a importância do plano de estudo personalizado, é hora de aprender algumas diretrizes para elaborar um projeto adequado as suas características. Confira:

1. Avalie seu nível de preparo atual

Antes de definir o que será estudado, você precisa ter uma ideia clara sobre quais são os seus pontos fortes e vulnerabilidades.

Para isso, além da autoavaliação, o ideal é realizar simulados de instituições de ensino reconhecidas e provas de exames anteriores.

Vale ressaltar que essa tarefa será mais fácil se você contar com o auxílio de um curso preparatório, uma vez que eles próprios desenvolvem ferramentas de avaliação de desempenho.

2. Defina objetivos e metas

Com uma boa avaliação em mãos, é hora de pensar o quanto será investido em cada matéria, ou seja, seus objetivos e metas.

Os objetivos dizem respeito aonde você quer chegar em relação a cada conteúdo, e as metas aos pequenos passos para atingir esse fim.

Nesse sentido, o ideal é contar com pequenas tarefas diárias, como ler um certo número de tópicos, assistir uma aula, realizar “X” exercícios etc.

3. Obtenha o material adequado

Com um mapa traçado, chega a hora de buscar um material de estudo que se ajuste aos objetivos propostos.

Nesse sentido, a opção por um curso preparatório deve privilegiar as instituições de ensino cuja estrutura permita o estudo personalizado.

Por exemplo, se as aulas online forem muito longas, você terá dificuldades em encontrar aquele ponto exato em que há dificuldades de entendimento.

Igualmente, os livros e resumos precisam indicar claramente os temas com ilustrações, índices numerados etc., — além, é claro, de serem objetivos na abordagem da matéria.

4. Distribua as tarefas

Por fim, você deve distribuir as tarefas (leituras, aulas, revisões, exercícios etc.) nos seus horários disponíveis. O que será mais simples em um curso preparatório online, em vez de outras opções com horários predeterminados.

De todo modo, é importante entender que essas dicas são apenas as linhas gerais de como elaborar um plano de estudo personalizado.

Para obter um modelo mais aprofundado e eficiente, faça o download do nosso kit Roteiro e Planejador de Estudos para OAB e fique mais próximo da sua conquista!

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