Melhor Vade Mecum para OAB: saiba como escolher o seu!

Melhor Vade Mecum para OAB: livro aberto em cima de uma mesa em um fundo laranja

Ter o material certo para estudar para o Exame da Ordem é essencial para a aprovação. Por isso, não basta sair comprando inúmeros livros de diferentes autores e temas, mas sim apostar em poucas e selecionadas obras.

O mesmo acontece na escolha do material de apoio que pode ser levado com o examinando para auxiliá-lo durante a prova. Afinal, como saber qual o melhor Vade Mecum para OAB?

Se você ainda não sabe a resposta para a pergunta, então este post foi feito especialmente para você! Conheça o que há de melhor no mercado e qual editora é a mais indicada para quem quer passar de vez no Exame da Ordem!

Como escolher o melhor Vade Mecum para OAB?

A mesma dúvida sempre perpassa a mente dos candidatos à OAB, sem exceção: como escolher o Vade Mecum ideal para estudar para a primeira fase e ainda utilizá-lo para consultas na segunda fase do exame?

As preferências quanto a modelos e edições podem variar de pessoa para pessoa, motivo pelo qual conhecer as opções disponíveis no mercado é primordial. Entenda melhor os pontos principais que podem servir como guia no momento da decisão.

Avalie a editora

Se, na primeira fase do exame, dar conta de vários conteúdos com facilidade já é bastante importante, na segunda etapa do certame é ainda mais, pois o examinando deve ser capaz de encontrar rapidamente artigos, súmulas e orientações, para que não perca o tempo que seria mais bem gasto na elaboração de suas respostas.

Pontos essenciais como tipo de impressão, espessura do papel, atualização, notas de referência e cores utilizadas pela editora são importantes e podem agilizar consultas.

Nesse sentido, avaliar os trabalhos das editoras e compará-los pode auxiliar o candidato a entender o que melhor lhe agrada visualmente e o que lhe parece melhor para trabalhar.

Opte por modelos com índice rápido

A prova da OAB exige agilidade do candidato. Para isso, é necessário que ele saiba manusear seu material e encontrar referências em questão de segundos para conferir suas ideias e formar um bom esqueleto para suas respostas.

Assim, modelos com índice remissivo satisfatório serão de grande valia no momento da prova, porque, se o candidato sabe o tema que deve pesquisar, mas não se lembra claramente onde está o assunto no Código, ele pode recorrer ao índice para encontrar rapidamente aquilo que deseja.

Modelos completos contam com bons índices, inclusive, em relação a Legislação Complementar, já que ela pode ser cobrada no exame. Um Vade Mecum completo pode fazer a diferença entre passar de vez e ficar para a repescagem e ele é mais indicado que a versão compacta.

Conheça a recepção do público em relação a modelos diferentes

A receptividade do público também deve ser fator determinante no momento de escolha do Vade Mecum. Vale dar uma olhada na opinião de quem já prestou o exame da OAB, de professores e colegas.

Indicações podem ser uma boa forma de fazer uma pré-seleção entre edições e entender o que pode ou não funcionar para a sua situação.

Preferido entre os estudantes, o Vade Mecum da Editora Saraiva segue como um dos mais vendidos no país, especialmente por contar com edições exclusivas para quem vai prestar o exame, com mapa da legislação contando com auxílio do guia de localização rápida, regimento do STJ e STF e possibilidade de acesso também em sua versão online.

Seja como for, o certo é que seu Vade Mecum deve estar atualizado até a data de divulgação do edital da sua prova — e você deve ter em mãos eventuais alterações durante a segunda fase do Exame da Ordem (o que é disponibilizado online, no caso da Editora Saraiva), para que não perca pontos desnecessariamente.

Como fazer marcações eficientes para a prova?

Muitos examinandos se confundem no momento de fazer marcações e remissões em seus Códigos. Vejamos o que é permitido e o que é proibido para a segunda etapa do certame, de acordo com a Ordem de Advogados do Brasil:

É permitido:

  • fazer separação com clipes;
  • usar marca-textos para grifar passagens, fazer traços e remissões (à própria lei) nas folhas do próprio Código;
  • utilizar separadores de Códigos fabricados por editoras, desde que tenham simples menção a leis ou ramos do direito.

É proibido:

  • utilizar post-its e demais notas adesivas impressas ou manuscritas criadas pelo próprio examinando;
  • criar remissões, traços ou utilizar post-its e marca-textos para realizar a estruturação de peças processuais ou fazer anotações pessoais no Vade Mecum.

Em resumo, o candidato não pode colar post-its em seu Vade Mecum, ainda que em branco, com a finalidade de sinalizar qualquer tipo de divisão ou marcação que venha a facilitar a elaboração de sua peça processual ou encadeamento de artigos para as questões dissertativas.

Para separar seções ou áreas, vale utilizar clipes coloridos ou etiquetas prontas, que podem ser facilmente encontradas em papelarias, que já contêm as remissões possíveis.

Além disso, o avaliado deve lançar mão de recursos visuais que facilitem o manuseio do Código: canetas, marca-texto, lápis etc. Vale tudo para sublinhar, grifar ou escrever remissões simples — diretamente na página do Vade Mecum — e facilitar a realização da prova.

Atenção redobrada no momento de criar remissões

O candidato que não quiser ter seu Vade Mecum barrado, no momento da realização do certame, deve estar atento: a simples remissão de que trata o edital nada mais é que a indicação no próprio Código de leis, artigos, orientações jurisprudenciais ou súmulas — ou seja, nenhuma informação extra.

Qualquer remissão que pareça criar uma estrutura para uma eventual peça jurídica ocasionará o descarte do Vade Mecum antes do início da avaliação — já que os aplicadores conferem o material do candidato nesse momento — ou anulação, se descoberta em momento posterior. Portanto, não crie qualquer tipo de guia para determinado tipo de ação.

Não confunda a remissão com a indicação de outros dispositivos legais. Para isso, faça simples anotações na barra do Código como “Vide Súmula 146 do TST”, “Lei 9.099 de 1995” ou mesmo “Art. 990 do CC”.

E agora, entendeu como escolher o melhor Vade Mecum para OAB e como fazer marcações no seu Código?

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1 comentário em “Melhor Vade Mecum para OAB: saiba como escolher o seu!”

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