Tudo que você precisa saber sobre a segunda fase da OAB!

A prova da OAB é um desafio a ser vencido por etapas. Se você conseguiu ser aprovado na 1ª fase, muito bem! Esse já é um grande passo, mas ainda não é o momento de descansar. Na verdade, agora é a hora de intensificar os estudos e se preparar para a reta final.

Estudar para a segunda fase da OAB é um desafio tão grande quanto o anterior. Um erro que muitos candidatos cometem é achar que apenas a prova objetiva é difícil, deixando de se dedicar à prova discursiva. Consequentemente, sofrem com a reprovação no Exame da Ordem.

Não caia nesse erro! Depois de passar na primeira fase, comece a estudar imediatamente para a segunda. É preciso montar um bom cronograma e compreender a estrutura da prova.

Se você quer saber como funciona a 2ª fase da OAB e descobrir como otimizar seus estudos para essa etapa, confira nossas dicas a seguir!

Como chegar à segunda fase da OAB?

O Exame da Ordem é bastante conhecido por sua dificuldade. Em todas as suas edições, a média dos aprovados fica sempre em torno dos 20%. A prova objetiva é responsável por grande parte das reprovações. Portanto, não adianta querer entender como é a segunda fase da OAB se você não tiver bagagem suficiente para sequer ser aprovado na primeira.

Como a prova objetiva cobra um rol bem maior de matérias, o preparo do candidato deve começar com muito tempo de antecedência. A criação de um cronograma que contemple quantas disciplinas e horas estudar por dia é essencial para garantir a aprovação nessa etapa.

A FGV, banca responsável pela elaboração do exame, costuma repetir muitos padrões nas questões de múltipla escolha. Daí vem a importância de treinar por meio de exercícios e simulados. Esse método de estudo garante não apenas a fixação da matéria mas também a familiarização com o estilo da prova e aumenta sua capacidade de interpretação das questões.

Os candidatos também devem estar cientes de quais são seus pontos fracos e fortes. Todo mundo tem suas matérias favoritas e aquelas nas quais tem maior dificuldade. Essa noção serve como ponto de partida para planejar os estudos de modo que seus pontos fracos sejam reforçados, enquanto os fortes sejam bem aproveitados.

Um bom curso preparatório faz toda a diferença nesse momento. O Saraiva Aprova conta com um método de ensino personalizado, que leva em conta as dificuldades de cada candidato, traçando o melhor caminho de estudos para ele. As aulas online de curta duração também permitem que você aprenda no seu próprio ritmo, sem tomar muito tempo.

Esse apoio especializado é o que vai garantir sua aprovação na primeira fase, permitindo que já comece com uma grande vantagem nos estudos para a prova discursiva.

Qual é a estrutura da prova?

Enquanto a 1ª fase da OAB é composta por uma prova objetiva com 80 questões fechadas, a 2ª fase conta com quatro questões abertas e uma peça prático-profissional que vão medir os conhecimentos do candidato em uma disciplina específica, escolhida no momento da inscrição.

Por um lado, a matéria a ser estudada vai ser muito mais enxuta. Por outro, você deverá se aprofundar muito mais nela, pois não vai poder “chutar” as respostas, já que são todas discursivas.

Cada uma das quatro questões vale 1,25 ponto e a peça profissional vale 5, somando o total de 10 pontos. Para ser aprovado, o candidato deverá fazer, no mínimo, 6 pontos. Dessa forma, se você zerar a peça prática, será reprovado imediatamente.

A duração da prova, assim como na 1ª fase, é de 5 horas. Os candidatos que não conseguirem terminar a prova a tempo deverão entregá-la no estado em que se encontrar.

As folhas de respostas são separadas de acordo com as questões: 1 folha para cada pergunta e 5 folhas para a peça prática. O candidato também contará com a mesma quantidade de folhas de rascunho, que não serão consideradas para a correção.

Cada folha possui 30 linhas para escrever. Se o candidato extrapolar esse limite, as respostas que estiverem fora das linhas serão desconsideradas no momento da correção.

A peça prático-profissional deverá ser redigida de acordo com as instruções dadas pelo examinador. São diversos modelos que podem ser cobrados, desde petição inicial até mandado de segurança. Para se preparar, o candidato deve estudar quais foram as peças mais cobradas até hoje e ficar muito atento ao enunciado para descobrir exatamente o que está sendo pedido.

O que pode ser levado para consulta?

Na 2ª fase do exame da OAB, o candidato poderá consultar a legislação seca, súmulas, orientações jurisprudenciais, enunciados e precedentes normativos. Logo, ele poderá levar códigos isolados ou um Vade Mecum para o exame, desde que não tenham comentários ou anotações.

É claro que essa é uma enorme vantagem em relação à 1ª fase, porém aqueles que não estiverem preparados podem acabar se confundindo na hora de consultar as leis e, com isso, vão perder um tempo precioso.

Para evitar que a possibilidade de consulta seja um empecilho no dia do exame, é essencial que você saiba escolher seu Vade Mecum para OAB. Afinal, seria horrível abrir seu material no meio da prova apenas para descobrir que ele não contém a legislação que você precisa.

É preciso também ficar atento à edição do seu material de consulta e verificar se ele está atualizado de acordo com a legislação vigente. A OAB gosta de fazer questões que exigem o conhecimento de leis que foram recentemente alteradas e o candidato precisa estar preparado para isso.

Existem no mercado alguns compilados de leis com comentários dos editores e professores. Esse tipo de material é expressamente proibido como meio de consulta. No mesmo sentindo, se o seu Vade Mecum estiver com anotações feitas à lápis ou caneta, não será possível consultá-lo.

Minutos antes da prova, os aplicadores passarão de mesa em mesa, revistando os materiais de cada um. Aquilo que não estiver de acordo com as regras será confiscado e o candidato deverá fazer a prova sem qualquer tipo de consulta.

É claro que algumas anotações podem passar despercebidas durante essa revista. Porém, caso os aplicadores constatem alguma irregularidade no material durante a aplicação da prova, o candidato será eliminado.

Vale ressaltar aqui que, apesar das anotações serem proibidas, é possível fazer remissões simples entre artigos de leis e usar clipes e marcadores para destacar as páginas mais importantes do seu material. O candidato deve usar isso ao seu favor, organizando seu Vade Mecum de forma estratégica.

Quais são as disciplinas cobradas?

Como já mencionamos antes, é o próprio candidato quem escolhe qual será a disciplina da 2ª fase da OAB. Existem sete opções:

  • Direito Administrativo
  • Direito Tributário
  • Direito Constitucional
  • Direito Civil
  • Direito Penal
  • Direito do Trabalho
  • Direito Empresarial

Quando o estudante de Direito começa a se preparar para a OAB, ele sempre se depara com alguns comentários de colegas e ex-alunos dizendo que uma disciplina é mais difícil que a outra, ou que ele deve escolher sempre a área mais fácil, pois isso garante a aprovação.

Não dê ouvido a essas bobagens!

Para escolher a disciplina da 2ª fase, você deve levar em consideração as suas aptidões. Não adianta escolher Direito Civil — pensando é a mais fácil — se você nunca gostou dessa matéria. Ao fazer isso, você estará dando um tiro no próprio pé, pois a definição de “fácil” ou “difícil” varia de pessoa para pessoa.

Escolha a disciplina na qual tem mais facilidade. Se você gosta de estudar Direito Constitucional e tem um bom desempenho nessa matéria, então essa deverá ser a sua escolha para a 2ª fase.

Vamos analisar, a seguir, as estatísticas e peculiaridades de cada uma das disciplinas da segunda fase da OAB e nos últimos anos, inclusive com as peças mais cobradas em cada uma delas. Mas devemos lembrar aqui que é importante estudar todas as peças que podem cair, afinal, nunca se sabe o que estará dentro da caixinha de surpresas da OAB.

Direito Administrativo

Direito administrativo não é a opção mais escolhida entre os candidatos, porém é a terceira com maior porcentagem de aprovação.

Como a quantidade de matéria dessa disciplina é enorme, você deverá estar muito bem preparado, estudando principalmente a lei de licitações (8.666/96) e a responsabilidade dos agentes públicos.

Levando em consideração o histórico da OAB, direito administrativo, ao lado de direito empresarial, é a disciplina com maior variação das peças cobradas, fazendo com que seja quase impossível verificar um padrão da FGV.

Mandado de segurança e petição inicial (rito ordinário) são as que tiveram maior incidência. Mas as peças de ação popularcontestaçãoação de responsabilidade civil e apelação também já foram cobradas mais de uma vez.

Direito Tributário

É a terceira disciplina menos escolhida e seu índice de aprovação não é muito alto.

Direito tributário é uma matéria que os estudantes ou amam ou odeiam. Logo, se essa for sua escolha para a 2ª fase da OAB, acredito que você esteja dentro da primeira hipótese.

Uma questão importantíssima nessa disciplina é a contagem do prazo decadencial para constituição do crédito tributário, já que o seu termo inicial possui variações de acordo com o tipo de lançamento do tributo.

mandado de segurança com pedido de tutela antecipada é a peça mais cobrada em direito tributário, devendo, portanto, estar na ponta do lápis dos candidatos.

Direito Constitucional

Essa é a segunda disciplina menos escolhida entre os candidatos, perdendo somente para direito empresarial. Por outro lado, é a que conta com maior índice de aprovação, refletindo, talvez, que apenas as pessoas que realmente gostam de direito constitucional fazem essa escolha.

Não precisamos nem falar aqui que o controle de constitucionalidade é conhecimento obrigatório de quem opta por essa área na 2ª fase, certo? Ainda que a peça prático-profissional não seja um remédio constitucional, esse tema com certeza será cobrado em pelo menos uma das questões discursivas.

A peça mais cobrada aqui é a ação direta de constitucionalidade (ADI), e, em segundo lugar, recurso extraordinário.

Direito Civil

Direito civil é uma disciplina com grande variedade de temas e peças que podem ser cobradas. É a terceira disciplina mais escolhida e a segunda com maior número de aprovação.

Como a quantidade de matéria é muito grande, fica difícil definir quais são os seus tópicos mais importantes. O candidato que optar por essa área, deverá estar muito bem familiarizado com a divisão do Código Civil e os temas mais controversos na época em que a prova for realizada.

Ao longo dos anos, já foram cobradas mais de 15 peças diferentes nessa disciplina, porém a que teve maior número de reincidência foi apelação.

Direito Penal

Provavelmente essa é a disciplina mais “queridinha” entre os estudantes de Direito. Não é à toa que é também a mais escolhida na 2ª fase da OAB. Essa estatística, porém, faz com que direito penal seja uma das matérias com maior número de reprovação, perdendo somente para direito empresarial.

Assim como acontece no direito civil, não é possível definir os tópicos mais importantes do direito penal, pois essa é uma disciplina muito ampla. É preciso ficar atento ao contexto da época em que a prova da OAB está sendo aplicada, pois a FGV gosta de cobrar alguns dos temas que estão em alta no momento.

A peça mais cobrada em direito penal também é a apelação.

Direito do Trabalho

Depois de direito penal, direito do trabalho é a disciplina mais escolhida entre os candidatos e, assim como acontece naquele caso, aqui também temos um índice altíssimo de reprovação. Isso é normal, afinal, as disciplinas mais escolhidas vão obviamente liderar o índice de reprovação.

As súmulas e orientações jurisprudenciais são importantíssimas para o direito do trabalho, pois são elas que guiam a compreensão dos artigos da CLT e são cada vez mais cobradas na prova.

O bom de quem escolhe essa área para a segunda fase é que direito do trabalho não conta com uma grande variedade de peçasContestação é disparadamente a peça mais cobrada, seguida de recurso ordinário e petição inicial.

Direito Empresarial

Para finalizar, direito empresarial é, por incrível que pareça, a disciplina menos escolhida e com maior índice de reprovação. A explicação para isso é que a FGV exagerou na dificuldade dessa área em várias edições seguidas, jogando o índice de reprovação lá para baixo.

Nas últimas edições do exame, direito empresarial voltou a ser uma prova não tão difícil, mas, ainda assim, é uma disciplina escolhida apenas por aqueles que gostam muito do tema.

A variedade de peças cobradas aqui é altíssima, sendo que elas quase nunca se repetem. Portanto, fica difícil estabelecer um padrão. Ao escolher direito empresarial, é preciso estar preparado para qualquer hipótese.

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Como deve ser uma boa peça?

A elaboração da peça prático-profissional é o ponto principal da segunda fase da OAB. Afinal, o erro aqui pode acarretar a reprovação do candidato. Por isso, a recomendação é que você comece a prova por ela, usando as folhas de rascunho para fazer apenas um esboço do que será escrito na folha de respostas.

O primeiro passo — e mais importante — é identificar a peça. Para isso, preste muita atenção no caso proposto pelo examinador, pois a resposta estará ali mesmo. Leia com calma, analisando todas as informações, tendo em mente que nada do que está ali é irrelevante.

Depois de identificar qual é a peça, é hora de descobrir o seu rito. Muitas vezes o candidato não dá a devida atenção a algumas informações — os valores mencionados pelo examinador, por exemplo —, e elabora uma peça no rito ordinário, quando deveria ser sumário. É óbvio que, com isso, alguns pontos serão perdidos.

Ao escrever o corpo da peça, deixe bem claro quais são os artigos que fundamentam seus argumentos e seja breve. Não escreva demais, pois quanto mais sucinta for sua peça, menores são as chances de cometer erros bobos e extrapolar o limite de linhas.

A divisão da petição deve se dar da seguinte forma: endereçamento, qualificação das partes, exposição dos fatos, argumentação e fundamentação, pedido, valor e assinatura. O ideal é escrever apenas o básico em cada tópico, lembrando que essa separação deve estar bem definida.

Por fim, não invente nenhuma informação e jamais assine a peça com seu próprio nome, pois qualquer meio de identificação do candidato é causa de reprovação. Escreva apenas advogado ou XXXXX no lugar em que deveria estar sua assinatura.

Quais critérios de correção são utilizados?

Após a realização do exame, a FGV libera um espelho de respostas para que os candidatos saibam especificamente o que deveria ter sido mencionado em cada questão. O espelho também indica como será feita a distribuição dos pontos.

Nas questões subjetivas, os critérios de correção levam em conta o raciocínio jurídico dos examinandos. Logo, não adianta fazer apenas a referência ao artigo legal que justifica sua resposta, pois é a argumentação que será avaliada. Em alguns casos, a questão pode até exigir que você explicite qual é o fundamento legal, mas ainda assim a justificativa lógica é sempre obrigatória.

O mesmo é válido para a peça prático-profissional. O candidato deverá deixar muito claro o seu conhecimento jurídico por meio da sua argumentação. É importante relembrar que, ainda que a fundamentação da peça esteja correta, ela será zerada se o candidato errar sua identificação.

Apesar de não existir critério específico para avaliação do português, nós sabemos que os examinadores tiram pontos a cada erro grotesco cometido pelos candidatos. Dessa forma, você deve tomar cuidado para escrever suas respostas respeitando as regras da língua portuguesa.

As folhas de respostas são separadas na ordem da prova: são 5 folhas para a peça prática e uma folha para cada questão discursiva. Se o candidato transcrever as respostas fora de ordem — por exemplo, responder à questão 1 na folha da questão 2 —, sua nota será zerada.

Como algumas questões são divididas em letras, vale dizer que a ordem de resposta de cada uma também deve ser seguida. Logo, se você escrever a solução da letra B antes da letra A — ainda que tenha usado a folha de resposta correta —, sua nota também pode ser zerada.

Por fim, após a liberação do resultado preliminar, os candidatos têm o direito de recorrer caso entendam que houve erro na elaboração das perguntas ou na correção da prova. Não existe, porém, a possibilidade de recorrer do espelho de respostas. Portanto, para argumentar um erro de correção, você deverá se basear nos padrões desse espelho.

Existem técnicas para se dar bem na 2ª fase?

A única pessoa que pode garantir sua aprovação na 2ª fase da OAB é você mesmo. É claro que existem algumas dicas e técnicas que podem ajudar, mas se você não fizer sua parte, estudando com afinco e levando o exame a sério, não há como garantir o sucesso.

Para se dar bem na prova discursiva, você deve primeiramente focar na peça prático-profissional. Metade dos pontos da prova está concentrada na elaboração dessa peça, portanto, o candidato que não estiver bem preparado vai se dar mal.

Não basta apenas estudar para escrever uma boa peça. É preciso usar provas antigas ou simulados para treinar. Você deve se acostumar a pesquisar no Vade Mecum, ter boa argumentação e respeitar o tempo limite do exame.

É a prática que leva à perfeição, por isso é tão importante ter um roteiro de estudos para a segunda fase da OAB que contemple a realização de simulados pelo menos uma vez por semana.

Jamais pratique no computador! No dia do exame, você terá apenas caneta, lápis e o Vade Mecum ao seu favor. É preciso que você pratique a sua caligrafia e aprenda a escrever rápido, já que não será possível digitar as respostas. Lembre-se de cronometrar seus simulados para ter noção do tempo que você está gastando para resolver a prova.

Precisamos destacar aqui que, se você acha que sua escrita é um garrancho incompreensível, vai ser necessário caprichar um pouco mais na hora de redigir sua peça. A escrita ilegível é motivo suficiente para que o examinador desconsidere o que está escrito, fazendo com que você perca pontos.

A organização do Vade Mecum também é importantíssima para a 2ª etapa. Use marcadores e clipes com sabedoria para indicar as leis e artigos mais importantes para a disciplina escolhida. A ideia é que, na hora da prova, você consiga encontrar rapidamente aquilo que estiver procurando.

A segunda fase da OAB não tem um rol de matérias tão amplo quanto a 1ª fase, porém exige um conhecimento muito mais aprofundado sobre a área escolhida pelo candidato. Se você chegou até aqui, não diminua o ritmo dos estudos porque o desafio ainda não acabou. Aproveite o embalo de um bom curso preparatório para intensificar seu aprendizado e garantir o sucesso na carreira jurídica!

Se você quiser saber um pouco mais sobre as estatísticas da segunda fase da OAB, conheça o nosso e-book sobre as peças mais cobradas nos últimos exames!

Dicas OAB: 10 estratégias para você passar de primeira!

Muitos estudantes de Direito se questionam se é possível, ou não, passar na OAB de primeira. Os índices de reprovação no exame são tão altos que alguns candidatos já vão para a prova esperando pelo pior.

Essa pressão psicológica, somada à falta de preparação de muitos estudantes, acaba sendo um empecilho ao sucesso. Mas é possível, sim, ser aprovado logo na primeira tentativa. Obviamente, esse é um desafio que requer muita disciplina e dedicação.

Para te ajudar nessa fase, elaboramos 10 dicas da OAB para você obter bons rendimentos nos estudos e alcançar a aprovação o quanto antes. Acompanhe!

Dicas OAB: 10 estratégias infalíveis!

1. Conheça seus pontos fortes e fracos

É normal que cada estudante tenha mais facilidade em uma disciplina do que em outra. Quem, afinal, não elege suas matérias favoritas? O que muitas pessoas não sabem, porém, é como usar isso a seu favor nos estudos.

Ao ter plena consciência dos seus pontos fortes e fracos, você pode reforçar os temas mais difíceis e revisar os mais fáceis. Não comece a estudar pelas suas matérias favoritas, pois você deve aproveitar o momento em que seu cérebro está mais descansado para estudar os temas que você menos gosta.

Com uma boa estratégia, é possível obter bons resultados em todas as disciplinas cobradas na OAB, inclusive nas mais difíceis.

2. Pratique com exercícios e simulados

Estudar por meio de apostilas, livros e aulas é muito importante. Porém, muitas pessoas se esquecem de colocar todo o conhecimento aprendido em prática.

Os exercícios servem como um medidor do aprendizado: seus estudos devem ser guiados de acordo com o seu desempenho. Além disso, a prática é o melhor método de fixação de conteúdo e permite que o candidato se acostume com o estilo das questões, inclusive em relação às matérias mais ou menos cobradas.

Para conseguir a aprovação na OAB de primeira, é preciso praticar desde cedo. Portanto, não deixe para fazer exercícios e simulados apenas na última hora.

3. Crie um bom cronograma de estudos

Não adianta nada seguir os últimos passos mencionados se você não souber como se organizar.

Por esse motivo, o cronograma de estudos é essencial para obter o máximo de desempenho nos estudos. É preciso planejar seus horários, dividir as matérias a serem estudadas e estipular um momento fixo para resolver exercícios.

Se você não se organizar, a procrastinação tomará conta do seu tempo e seus estudos serão muito menos produtivos.

4. Saiba a hora de descansar

Esqueça a ideia de que a receita para o sucesso é estudar até ficar esgotado!

Uma boa rotina de estudos não deve ignorar os momentos de descanso, muito menos ocupar suas horas de sono. São nessas horas que seu cérebro consegue assimilar tudo que foi estudado e memorizar as matérias.

Não se esqueça de encaixar momentos de descanso e diversão no seu cronograma de estudos. Uma mente cansada é extremamente prejudicial a quem busca a aprovação na OAB.

5. Invista em um bom curso preparatório

Conseguir ser aprovado de primeira sem qualquer tipo de ajuda não é impossível. Mas também não vamos mentir: é muito difícil!

Por mais que você seja uma pessoa dedicada aos estudos, não deixe de fazer um curso preparatório. Contar com a ajuda de professores especializados e um ensino focado no Exame da Ordem pode ser o diferencial para sua aprovação.

O Saraiva Aprova, por exemplo, possui uma metodologia de ensino que leva em consideração as peculiaridades de cada candidato, sabendo a melhor forma de prepará-lo para conseguir a aprovação na OAB de primeira!

Além disso, a facilidade de poder assistir às aulas online é mais um ponto positivo para quem precisa poupar tempo para estudar.

6. Mantenha a calma

Um dos maiores inimigos de quem se prepara para a OAB é a ansiedade. E todo nós sabemos o quanto é difícil controlar o desespero que domina os estudantes de Direito nas vésperas da prova, mas é preciso manter a calma acima de tudo.

A ansiedade atrasa os estudos e não ajuda em nada. Esqueça, por um segundo, as cobranças e a pressão para poder ser aprovado na OAB de primeira. Se você conseguir parar de pensar nisso, vai conseguir fazer a prova com muito mais calma e atenção.

7. Escolha bem seus materiais de estudo

Todo mundo que estuda Direito sabe o quanto são caros os livros e apostilas de estudo. Por isso, é preciso saber escolher muito bem quais materiais você vai usar para estudar.

Pesquise por um Vade Mecum atualizado e bem-dividido. Invista também em uma apostila de exercícios comentados, pois essa será sua maior aliada na hora de resolver exercícios.

Em relação às doutrinas, cabe a você decidir estudar por livros de autores consagrados ou resumos organizados por boas editoras. Se o tempo for curto, vale mais a pena apostar nos resumos.

Por fim, não se esqueça de poupar dinheiro para a inscrição da OAB, que também não é muito barata.

8. Conheça a estrutura da prova

Um erro comum cometido por candidatos que fazem o exame pela primeira vez é não dar a devida atenção ao edital. Esse documento possui as principais informações sobre a prova, e sua leitura é imprescindível.

Se você deseja ser aprovado na OAB de primeira, preste muita atenção no edital e analise as provas anteriores para se acostumar não só com a estrutura mas também com os padrões da FGV.

9. Revise o conteúdo estudado

Nas vésperas da prova, é inútil ficar tentando estudar por doutrinas, pois seu cérebro estará muito agitado, beirando a exaustão.

Aproveite esse momento final apenas para revisar as matérias estudadas. Por isso, é importante fazer resumos e anotações ao longo do seu estudo. Eles serão extremamente úteis para relembrar os pontos mais importantes de tudo que foi estudado.

10. Não se esqueça da 2ª etapa

Se você conseguiu a aprovação na 1ª fase da OAB: meus parabéns! Mas ainda não é hora de descansar.

Muitos estudantes se empolgam com a aprovação e acabam se esquecendo de estudar com o mesmo ritmo para a 2ª etapa. Resultado: acabam sendo reprovados por bobeira.

O estudo para a prova discursiva é um pouco mais simples do que para a prova objetiva, pois você terá que estudar apenas a disciplina de sua escolha. Porém, ainda assim, é preciso treinar bastante. Para isso, pratique a peça processual e domine o conteúdo para garantir sua aprovação.

Não permita que a pressão ou cobrança excessiva de familiares, amigos e professores atrapalhe seus estudos. Com muita disciplina e dedicação, sua aprovação na OAB de primeira estará garantida! Isso depende apenas de você — e de ninguém mais!

Gostou das dicas da OAB? Aproveite para conhecer o Saraiva Aprova! Nós temos o compromisso de oferecer o melhor conteúdo online para o exame,  levando em conta as dificuldades e peculiaridades de cada aluno. Garanta já sua aprovação na 1ª fase, ou tenha o dinheiro de volta!

Maratona OAB: 8 dicas para aproveitar as revisões do Saraiva Aprova

Se você está lendo esse artigo, provavelmente já está inscrito na Maratona OAB Saraiva Aprova ou tem interesse em nosso evento de revisão online e gratuita, não é mesmo?

Por isso, fizemos um conteúdo com 8 dicas sobre como aproveitar nosso evento e extrair o máximo possível das informações passadas pelo nosso time de professores, além de sanar suas dúvidas na reta final de preparação para o exame.

Vamos lá?

1) Organize seu tempo no dia do evento

Resolvemos começar com essa dica por considerar que ela, de fato, é uma das mais importantes.

Antes de qualquer coisa, anote tudo o que você precisa fazer e suas principais dúvidas. Use um despertador para te alertar sobre o início da Maratona OAB e/ou sobre o início da aula que você precisa assistir. Não marque compromissos no mesmo horário das aulas e tenha como único foco, durante o período transmissão, as revisões.

Assista a programação com o cronograma em mãos! Isso vai permitir que você separe os materiais pertinentes para cada bloco, faça anotações, grife o Vade Mecum e outros materiais…

Essa organização te ajudará a poupar o tempo que você gastaria para correr atrás de cada material na medida em que as aulas de cada disciplina começam.

Obviamente, o ideal é que você assista todo o conteúdo, já que a tendência atual da banca examinadora é usar e abusar da interdisciplinaridade.

Sendo assim, seja o mais objetivo e organizado possível! O dia é cansativo, mas a recompensa com certeza é muito mais importante. Todo seu esforço será recompensado! 😉

Veja o cronograma:

imagem cronograma maratona oab

2) Verifique a conexão com a internet

Vale ressaltar que o evento é totalmente online, ou seja, antes da maratona começar, verifique se está tudo certo com sua conexão para garantir que você consiga assistir às aulas.

Nossa recomendação é que você assista de notebooks ou computadores para conseguir uma melhor experiência. A transmissão é toda feita em HD, porém se sua internet não estiver muito boa no dia, você consegue assistir as aulas em uma qualidade de imagem menor.

Fique tranquilo! Todos os nossos servidores já estão preparados. Tenha certeza que faremos de tudo para que a transmissão não pare nem por um segundo.

3) Tome um café da manhã reforçado e se alimente bem durante o dia

O café da manhã é a primeira refeição do dia, por isso, é ele o responsável por nos oferecer energia para todas as tarefas. Como a Maratona se inicia às 09:00 horas da manhã nos sábados, estar bem alimentado é o primeiro passo para um processo de aprendizado de sucesso ao longo do dia.

Dica (dentro da dica, rsrs): Alguns suprimentos como leite integral, geleia de amora, aveia, mel, suco de laranja com cenoura, morango e linhaça podem aumentar a capacidade de memorização, concentração e raciocínio.

4) Relaxe ouvindo uma boa música

Preparamos quatro playlists no Spotify com várias músicas para te ajudar a se preparar para a Maratona!

De acordo com alguns estudos, a música é capaz de aumentar o desempenho cognitivo das pessoas quando realizam tarefas como exames acadêmicos e grandes maratonas de estudo. Pesquisas também afirmam que músicas animadas ajudam a apresentar um bom desempenho, quando se está sob pressão. 

Preparamos algumas playlists para você, é só clicar para seguir:

5) Aproveite as pausas

A cada troca de professores você ganha 5 minutos para dar aquela respirada!

Esse é o período em que os professores estarão trocando de lugar uns com os outros, por isso, recomendamos que você use esse tempo para ir ao banheiro, pegar alguma bebida para se hidratar ou comer uma fruta, por exemplo.

Pensamos em toda a programação para conseguir entregar a você um conteúdo de qualidade sem que isso seja algo cansativo. Além desse intervalo entre as aulas, teremos um intervalo maior para que você consiga almoçar tranquilo, sem perder nada do conteúdo!

6) Se prepare com algumas leituras importantes

Separamos alguns de nossos conteúdos que com certeza serão importantes, não só para o Maratona, mas também para o Exame da Ordem. Confira:

Entenda  que é o estatuto da OAB e qual a sua importância

8 assuntos mais cobrados na OAB

Direito Civil: tudo que você precisa para a 2ª fase

Direito Empresarial: vale a pena escolher para a 2ª fase da OAB?

Como o Direito Tributário é cobrado na 2ª fase da OAB?

7) Faça simulados

Testar seus conhecimentos antes da prova é muito importante! Assim, você consegue entender quais matérias você  está indo bem e quais você precisa focar mais os estudos. Faça o simulado antes da maratona, para ver quais aulas são mais relevantes para você nessa reta final.

Para isso, é só acessar a nossa plataforma gratuita de simulados e realizar a prova. É bom que você separe um período tranquilo e sem distrações, até para ver quanto tempo em média você tem levado para conseguir terminar o exame.

8) Anote suas dúvidas

É normal termos mais facilidade de compreender determinado assunto e outros nem tanto, por isso, recomendamos que você preste atenção em cada detalhe, anote todas as suas dúvidas e foque nelas durante a semana.

Se atente para os pontos que você achou que dominava mas que, durante a Maratona OAB, percebeu que não estavam tão claros ou frescos na sua memória. Vale a pena revisar essas matérias!

A Maratona do Saraiva Aprova irá te ajudar a estudar com mais objetividade na sua semana final de estudos!

Agora que você já tem todas essas dicas “em mãos”, não perca tempo, coloque-as em prática e aproveite tudo da Maratona OAB Saraiva Aprova. Nos vemos lá!

Recurso na OAB: como funciona e como fazer a solicitação?

Passar no Exame da Ordem é uma preocupação que atinge estudantes e bacharéis em todo o país. São horas de estudo e bastante esforço para conseguir passar na prova.

Mas pode acontecer de você fazer o exame e não concordar com a sua pontuação. Por isso, no texto de hoje você vai entender de vez como fazer um recurso na OAB, os trâmites e as regras envolvidas na solicitação, bem como as melhores práticas para garantir que seu pedido seja deferido. Acompanhe!

O que é o recurso na OAB?

O recurso a ser apresentado à OAB é uma espécie de pedido de revisão de um item, parte ou questão inteira que está em desacordo com o espelho de prova ou não condiz com a realidade teórica ou prática do direito, contida no Exame da Ordem em sua 1ª fase (prova objetiva) ou 2ª fase (prova escrita com questões discursivas).

Ele poderá ser apresentado no prazo previamente determinado no edital do respectivo exame (confira os editais clicando aqui). Para tanto, o candidato deve acessar o Sistema Eletrônico de Interposição de Recurso, seguir as instruções nele contidas ou fazer o protocolo de sua solicitação na sede da seccional da OAB de seu estado.

Importante observar que qualquer recurso que seja idêntico a outro protocolizado junto à Ordem será indeferido de pronto, de forma que ambos não serão sequer analisados.

Em que situações ele deve ser interposto?

Na prática, recorrer de uma questão na OAB exige uma boa argumentação, posicionamento e escrita fluida, habilidades essenciais na vida do advogado.

O recurso deverá ser redigido e protocolizado quando:

» a resposta do candidato estiver de acordo com o conteúdo da questão conforme exposto no espelho de prova disponibilizado, e ele acreditar (utilizando-se de argumentos pertinentes) ter sido mais penalizado que o necessário;

» quando a questão deixar margem para interpretações dúbias, admitindo mais de uma resposta que não apenas a que consta do espelho de prova;

» quando a resposta para a questão encontrar acepções diferentes daquela descrita no espelho de prova na doutrina do direito (caso em que o pedido deverá ser extremamente bem instruído com provas e documentos pertinentes).

​Tirou 3,8 em uma questão que valia 6 pontos na prova discursiva e acredita que a penalização foi dura demais? Comparou sua resposta e ela está bastante próxima daquilo que consta do espelho?

Recorra e busque ter o valor de sua nota substancialmente aumentado.

Caso uma questão integrante da prova objetiva ou da prova prático-profissional seja anulada pela banca, a pontuação respectiva será atribuída todos os alunos, mesmo aos que não tiverem interposto recurso. Ainda assim, indica-se que todos os alunos prejudicados apresentem recursos.
O aluno que já teve a pontuação atribuída no resultado preliminar, por ter acertado uma questão que posteriormente fora anulada, não terá acréscimo de pontuação.

Já questões acerca da correção da prova prático-profissional dependem da interposição de recurso individual e especificamente fundamentado, não aproveitando aos demais examinandos eventual revisão favorável da nota.

Outro exemplo prático ocorre quando, na exposição de caso para elaboração da peça processual adequada, é admitido mais de um tipo de remédio para o problema apresentado, enquanto o espelho estabelece como apenas uma a peça possível de ser redigida.

Como interpor o recurso?

A redação e protocolo de pedido de recurso junto é simples e obedece a uma ordem cronológica que deve ser seguida à risca para sua apreciação. Entenda o passo a passo:

1. Observe o prazo

Todo edital determina o período em que a Ordem recebe os recursos de suas provas de primeira e segunda fases (geralmente de três a cinco dias). Estar atento às datas elencadas garante que sua solicitação será recebida e apreciada. Caso contrário, ele sequer será avaliado pela banca examinadora responsável.

2. Redija seu recurso

Uma vez observado o prazo, é hora de pensar no que argumentar. Analise o espelho da prova, leia com calma as imagens digitalizadas com suas respostas e compare os discursos. Não adianta “forçar a barra”: os pedidos devem ser possíveis e claros, a fim de que o examinador entenda que realmente houve um equívoco na avaliação.

Nenhum recurso estará completo sem fundamentos sólidos. É seu dever pesquisar a fundo o tema e encontrar legislações e doutrinas que corroborem com a sua argumentação. Conte com o auxílio de professores e amigos para reler a sua exposição de motivos.

3. Acesse a página da banca responsável pelo exame

Redigido o recurso, hora de fazer seu protocolo. Você deverá ir até o site da banca examinadora, informar login e senha e procurar pelo “Link de Interposição de Recurso Contra Resultado Preliminar”. Ainda que o recurso seja interposto antes da data final determinada pelo edital, será possível modificá-lo até o fim deste prazo.

4. Protocolize o recurso

Ao acessar o sistema, você encontrará um link onde se lê “incluir novo recurso contra a nota”. O site lançará um aviso de que para cada questão da prova é possível interpor um recurso de, no máximo, 5.000 caracteres. Elaborado o recurso, basta salvá-lo e seguir as próximas instruções do sistema.

Lembre-se de jamais colocar seu nome ou qualquer palavra ou símbolo que possa identificá-lo: se isso ocorrer, você será automaticamente desqualificado.

Como garantir que o meu pedido seja deferido para passar de vez na OAB?

É claro que nenhum recurso, mesmo que extremamente bem redigido, tem cem por cento de chance de ser deferido pela banca examinadora. Porém, algumas práticas na hora de redigi-lo podem fazer com que essas chances aumentem e te auxiliem a passar de vez na OAB.

» Ao se dirigir à banca examinadora, busque sempre utilizar letra maiúscula e demonstrar respeito: a intenção de recorrer de uma questão não é confrontá-la, mas apontar (educadamente) um equívoco que deve ser corrigido.

» Faça com que suas fundamentações sejam objetivas e demonstre que sua resposta estava em perfeita sintonia com as explanações do espelho de prova. Mencione diretamente as linhas em que o que fora escrito não foi considerado.

» Ao finalizar, peça pelo deferimento do documento e diga exatamente qual pontuação lhe deve ser atribuída. Não deixe nada para o último momento: os sites podem ficar congestionados e você pode acabar perdendo o prazo para interposição de recurso!

Esperamos que você tenha entendido como funciona o recurso na OAB e como redigir o seu a fim de garantir seu deferimento.

Se quiser saber mais sobre o assunto é só clicar aqui e baixar o material completo sobre recurso que preparamos para te ajudar!

Melhor Vade Mecum para OAB: saiba como escolher o seu!

Ter o material certo para estudar para o Exame da Ordem é essencial para a aprovação. Por isso, não basta sair comprando inúmeros livros de diferentes autores e temas, mas sim apostar em poucas e selecionadas obras.

O mesmo acontece na escolha do material de apoio que pode ser levado com o examinando para auxiliá-lo durante a prova. Afinal, como saber qual o melhor Vade Mecum para OAB?

Se você ainda não sabe a resposta para a pergunta, então este post foi feito especialmente para você! Conheça o que há de melhor no mercado e qual editora é a mais indicada para quem quer passar de vez no Exame da Ordem!

Como escolher o melhor Vade Mecum para OAB?

A mesma dúvida sempre perpassa a mente dos candidatos à OAB, sem exceção: como escolher o Vade Mecum ideal para estudar para a primeira fase e ainda utilizá-lo para consultas na segunda fase do exame?

As preferências quanto a modelos e edições podem variar de pessoa para pessoa, motivo pelo qual conhecer as opções disponíveis no mercado é primordial. Entenda melhor os pontos principais que podem servir como guia no momento da decisão.

Avalie a editora

Se, na primeira fase do exame, dar conta de vários conteúdos com facilidade já é bastante importante, na segunda etapa do certame é ainda mais, pois o examinando deve ser capaz de encontrar rapidamente artigos, súmulas e orientações, para que não perca o tempo que seria mais bem gasto na elaboração de suas respostas.

Pontos essenciais como tipo de impressão, espessura do papel, atualização, notas de referência e cores utilizadas pela editora são importantes e podem agilizar consultas.

Nesse sentido, avaliar os trabalhos das editoras e compará-los pode auxiliar o candidato a entender o que melhor lhe agrada visualmente e o que lhe parece melhor para trabalhar.

Opte por modelos com índice rápido

A prova da OAB exige agilidade do candidato. Para isso, é necessário que ele saiba manusear seu material e encontrar referências em questão de segundos para conferir suas ideias e formar um bom esqueleto para suas respostas.

Assim, modelos com índice remissivo satisfatório serão de grande valia no momento da prova, porque, se o candidato sabe o tema que deve pesquisar, mas não se lembra claramente onde está o assunto no Código, ele pode recorrer ao índice para encontrar rapidamente aquilo que deseja.

Modelos completos contam com bons índices, inclusive, em relação a Legislação Complementar, já que ela pode ser cobrada no exame. Um Vade Mecum completo pode fazer a diferença entre passar de vez e ficar para a repescagem e ele é mais indicado que a versão compacta.

Conheça a recepção do público em relação a modelos diferentes

A receptividade do público também deve ser fator determinante no momento de escolha do Vade Mecum. Vale dar uma olhada na opinião de quem já prestou o exame da OAB, de professores e colegas.

Indicações podem ser uma boa forma de fazer uma pré-seleção entre edições e entender o que pode ou não funcionar para a sua situação.

Preferido entre os estudantes, o Vade Mecum da Editora Saraiva segue como um dos mais vendidos no país, especialmente por contar com edições exclusivas para quem vai prestar o exame, com mapa da legislação contando com auxílio do guia de localização rápida, regimento do STJ e STF e possibilidade de acesso também em sua versão online.

Seja como for, o certo é que seu Vade Mecum deve estar atualizado até a data de divulgação do edital da sua prova — e você deve ter em mãos eventuais alterações durante a segunda fase do Exame da Ordem (o que é disponibilizado online, no caso da Editora Saraiva), para que não perca pontos desnecessariamente.

Como fazer marcações eficientes para a prova?

Muitos examinandos se confundem no momento de fazer marcações e remissões em seus Códigos. Vejamos o que é permitido e o que é proibido para a segunda etapa do certame, de acordo com a Ordem de Advogados do Brasil:

É permitido:

  • fazer separação com clipes;
  • usar marca-textos para grifar passagens, fazer traços e remissões (à própria lei) nas folhas do próprio Código;
  • utilizar separadores de Códigos fabricados por editoras, desde que tenham simples menção a leis ou ramos do direito.

É proibido:

  • utilizar post-its e demais notas adesivas impressas ou manuscritas criadas pelo próprio examinando;
  • criar remissões, traços ou utilizar post-its e marca-textos para realizar a estruturação de peças processuais ou fazer anotações pessoais no Vade Mecum.

Em resumo, o candidato não pode colar post-its em seu Vade Mecum, ainda que em branco, com a finalidade de sinalizar qualquer tipo de divisão ou marcação que venha a facilitar a elaboração de sua peça processual ou encadeamento de artigos para as questões dissertativas.

Para separar seções ou áreas, vale utilizar clipes coloridos ou etiquetas prontas, que podem ser facilmente encontradas em papelarias, que já contêm as remissões possíveis.

Além disso, o avaliado deve lançar mão de recursos visuais que facilitem o manuseio do Código: canetas, marca-texto, lápis etc. Vale tudo para sublinhar, grifar ou escrever remissões simples — diretamente na página do Vade Mecum — e facilitar a realização da prova.

Atenção redobrada no momento de criar remissões

O candidato que não quiser ter seu Vade Mecum barrado, no momento da realização do certame, deve estar atento: a simples remissão de que trata o edital nada mais é que a indicação no próprio Código de leis, artigos, orientações jurisprudenciais ou súmulas — ou seja, nenhuma informação extra.

Qualquer remissão que pareça criar uma estrutura para uma eventual peça jurídica ocasionará o descarte do Vade Mecum antes do início da avaliação — já que os aplicadores conferem o material do candidato nesse momento — ou anulação, se descoberta em momento posterior. Portanto, não crie qualquer tipo de guia para determinado tipo de ação.

Não confunda a remissão com a indicação de outros dispositivos legais. Para isso, faça simples anotações na barra do Código como “Vide Súmula 146 do TST”, “Lei 9.099 de 1995” ou mesmo “Art. 990 do CC”.

E agora, entendeu como escolher o melhor Vade Mecum para OAB e como fazer marcações no seu Código?

Aproveite para compartilhar este post em suas redes sociais e permita que seus colegas também conheçam nossas dicas e passem de vez no Exame da Ordem!

Como funciona a prova da OAB? Veja pontos importantes sobre o exame

Ser aprovado no Exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e conseguir a tão sonhada carteira de advogado é o sonho de todos que estudam Direito. Essa tarefa, porém, não é nada fácil. Com índices altíssimos de reprovação, o famoso Exame da Ordem assusta até mesmo os mais experientes.

Se você está se preparando para esse momento decisivo da sua carreira jurídica, é preciso saber como funciona a prova da OAB. Afinal, de nada adianta ser um excelente estudante, com as melhores notas do curso, se você não souber como é a estrutura da prova e qual a melhor forma de resolvê-la.

Ressaltar a importância desse conhecimento estrutural pode até parecer bobagem, mas, na verdade, é um diferencial para conquistar a aprovação. Muitos candidatos sequer leem o edital do exame. A falta de compromisso e seriedade de alguns fica evidente diante do alto índice de reprovação dos últimos anos.

Para montar uma estratégia de estudos eficiente, é preciso, antes de mais nada, compreender o funcionamento da prova: número de questões, matérias mais cobradas, duração e as diferenças entre a 1ª e a 2ª fase.

O candidato que lê o edital, faz exercícios e já sabe o que esperar da prova está muito à frente daqueles que sequer sabem quem é a organizadora do exame. Pensando nisso, reunimos aqui um compilado de informações e dicas de estudo valiosas para a sua aprovação.

Se você quiser saber mais detalhes sobre a estrutura e organização da prova da OAB, continue a leitura deste post!

Por que fazer o Exame da Ordem?

O exercício da advocacia exige a aprovação na prova da OAB. Até mesmo porque, sem ela, o bacharel em Direito não consegue realizar seu registro e obter sua carteira. Por conseguinte, não poderá exercer a profissão de advogado.

Se você pensa em seguir a carreira jurídica trabalhando em escritórios de advocacia, a carteira da OAB é imprescindível. Uma sólida carreira no Direito só pode ser conquistada mediante a aprovação no Exame da Ordem.

É claro que existem outras alternativas para aqueles que não desejam seguir essa carreira, como concursos públicos. Mas, mesmo que você queira trilhar a vida de concurseiro, nunca se sabe o que o aguarda no futuro.

Pode ser que você deseje (ou precise) trabalhar em um escritório de advocacia em determinado momento da vida. Ou, ainda no caso dos concursos públicos, o ingresso na magistratura ou no Ministério Público exige pelo menos três anos de atividade jurídica como advogado. Ou seja, caso você queira ser promotor ou juiz, a carteira da OAB também é imprescindível!

Em todo caso, o ideal é garantir a aprovação no Exame da Ordem o quanto antes. Com o passar do tempo, as matérias vão sendo esquecidas e as leis se modificam. Caso você decida fazer o exame em algum outro momento no futuro, é muito provável que esteja bem menos preparado do que ao sair da faculdade.

Uma vez aprovado no Exame da Ordem, você poderá requerer a carteira quando quiser. Essa aprovação não expira com o tempo. É por isso que, ainda que você não pense em seguir a carreira de advogado, vale a pena estudar e garantir sua aprovação.

Caso não queira ficar pagando a anuidade do registro, basta que você cancele sua inscrição. Para requerer sua carteira novamente no futuro, não será necessário prestar um novo exame.

Quais são as informações mais relevantes sobre a prova?

O Exame da Ordem é realizado três vezes por ano. Os editais normalmente são publicados nos meses de janeiro, maio e setembro. No início de cada ano, a OAB costuma liberar um cronograma informando a data em que o edital será liberado e a previsão de quando serão as provas.

O estudante de Direito deve ficar atento a essas datas para se programar com antecedência. Deixar para estudar em cima da hora não é uma opção! Ainda que o edital não tenha sido publicado, tome como base as informações do último exame realizado. Faça um cronograma de estudos e não perca tempo.

Vale ressaltar aqui a importância da leitura do edital. Essa é uma peça-chave para compreender como funciona a prova da OAB. O edital é o documento que contém todas as informações sobre as provas, recursos, datas e critérios de correção.

Muitos estudantes não dão a devida atenção a esse documento e acabam perdendo informações relevantes. Além disso, guiar-se por ele também é uma excelente forma de organizar seus estudos.

A prova da OAB é dividida em duas fases, aplicadas em datas diferentes. Cada uma possui suas peculiaridades, que serão analisadas mais à frente. As provas têm duração de cinco horas. Para ser aprovado na 1ª fase, é preciso acertar pelo menos 50% da prova (40 questões). Já na 2ª fase, que tem o valor de 10 pontos, é preciso fazer, no mínimo, 6 pontos.

O candidato deve ficar atento ao período de inscrição para não dar bobeira e deixar de fazer a prova por ter perdido o prazo limite. Feita a inscrição, as informações sobre o local em que a prova será realizada e as demais instruções sobre o exame serão recebidas posteriormente.

É importante lembrar que, para se inscrever, o candidato já deve estar formado ou matriculado nos últimos dois semestres ou último ano do curso de Direito. Prestar informações falsas no momento da inscrição pode invalidar a aprovação e ainda incidir em crime de falsidade ideológica.

Quem formula e aplica a prova da OAB?

Atualmente, a FGV (Fundação Getúlio Vargas) é a instituição responsável pelo Exame da OAB.

Fundada na década de 40, a FGV é uma instituição de ensino que tem como objetivo principal a formação de profissionais qualificados para as áreas de gestão pública e administração de empresas. Com o passar do tempo, a fundação cresceu e passou a investir em programas de pesquisa e projetos para o setor público.

Hoje, a FGV é uma das bancas mais respeitadas do país e responsável pela elaboração de diversos concursos públicos. Também é a organizadora da prova da OAB desde 2010, pouco tempo depois da unificação nacional do exame.

Nos concursos públicos, a FGV é conhecida por manter um padrão de questões de múltipla escolha com 5 alternativas. Na OAB, porém, esse modelo é diferente: cada questão tem apenas 4 alternativas, em que, geralmente, uma está correta e todas as outras incorretas.

Os enunciados das questões elaboradas pela FGV são longos e cansativos — o que pode ser um teste de paciência e atenção ao candidato. A banca também é conhecida por não ter um padrão exato de complexidade: enquanto algumas questões podem ser muito difíceis, outras podem ser bem fáceis.

Como qualquer outra instituição responsável pela elaboração de provas, a FGV possui certos padrões que acabam se repetindo. Diante disso, a melhor forma de se preparar é por meio da resolução de exercícios e simulados de provas anteriores.

Como cada fase funciona?

Para entender exatamente como funciona a prova da OAB, é preciso analisar detalhadamente cada uma de suas etapas. Agora que já tratamos dos pontos mais básicos, é hora de olhar a fundo as peculiaridades da 1ª e da 2ª fase do exame.

Como funciona a 1ª fase da OAB

Como já foi mencionado, a 1ª fase do exame da OAB abrange uma prova de caráter eliminatório composta por 80 questões de múltipla escolha, cada uma com quatro alternativas diferentes.

O candidato deve marcar a alternativa correta (ou a incorreta, dependendo do enunciado) e, para ser aprovado, é preciso acertar pelo menos 50% da prova, ou seja, 40 questões.

É preciso ficar de olho no edital para saber quais serão as matérias cobradas. Um dos seus anexos traz todo o conteúdo programático da prova. A 1ª etapa abrange as disciplinas obrigatórias do curso de Direito e algumas outras matérias definidas pela própria OAB. São elas:

  • Ética
  • Filosofia do Direito
  • Estatuto da Criança e do Adolescente
  • Direitos Humanos
  • Direito Ambiental
  • Direito Tributário
  • Direito Constitucional
  • Direito Administrativo
  • Direito Internacional
  • Direito do Consumidor
  • Direito Civil
  • Direito Empresarial
  • Processo Civil
  • Direito do Trabalho
  • Processo do Trabalho
  • Direito Penal
  • Processo Penal

A quantidade de questões destinadas a cada matéria varia de prova para prova. O edital, porém, dispõe uma porcentagem mínima que será reservada ao Estatuto da Advocacia e da OAB, Código de Ética, Filosofia do Direito e Direitos Humanos.

Para se preparar para a 1ª fase, você deve se guiar pelas informações do edital, separando seus pontos fracos dos fortes. Foque naquilo em que você tem facilidade e reforce as matérias que considera mais difíceis.

Procure por livros de questões comentadas e resolva provas passadas. A melhor forma de estudar é, sem sombra de dúvida, por meio de exercícios.

A prova da 1ª fase tem duração de 5 horas. Como as questões da FGV possuem grandes enunciados que são, muitas vezes, de difícil compreensão, o exame acaba se tornando um teste de resistência. Fazer simulados ou prestar o exame como treineiro também pode ser uma boa ideia para se acostumar com esse ritmo.

Vale lembrar que, nessa 1ª etapa, não é permitido qualquer tipo de consulta à legislação ou doutrinas. No dia da prova, é preciso chegar com 1 hora de antecedência e será permitido levar somente o documento de identidade e caneta esferográfica azul ou preta.

Como funciona a 2ª fase da OAB

Caso o candidato seja aprovado na 1ª fase, ele passará, então, para a próxima etapa do exame, que será realizada em outra data. A 2ª fase é composta por uma redação de peça profissional e quatro questões dissertativas, em que o candidato terá que resolver as situações-problema propostas pelo examinador.

Ao contrário da 1ª fase, aqui é possível escolher a disciplina de sua preferência. Logo, no momento da sua inscrição, você poderá optar por uma das seguintes áreas:

  • Direito Administrativo
  • Direito Civil
  • Direito Constitucional
  • Direito Empresarial
  • Direito Penal
  • Direito do Trabalho
  • Direito Tributário

É evidente que, ao escolher uma dessas matérias, ela também abrange o Direito Processual correspondente. Por exemplo: ao escolher Direito Civil, você também estará escolhendo o Direito Processual Civil.

A prova possui um valor de 10 pontos, sendo dividida da seguinte forma: 5 pontos para a redação da peça profissional e 1,25 ponto para cada uma das questões dissertativas. Como pode se observar, cada décimo é de extrema importância nessa fase. Para ser aprovado, o candidato precisa de, no mínimo, 6 pontos.

A correção da prova será feita de acordo com um espelho elaborado pelo examinador. Dessa forma, o candidato poderá verificar exatamente quais foram os critérios de avaliação. O espelho de resposta indica quais são os tópicos que devem ser mencionados pelo examinando na questão e quantos pontos vale cada tópico.

Caso se verifique algum equívoco na correção, o candidato poderá interpor um recurso para fazer a revisão da sua resposta. Os prazos e formalidades dos recursos estão dispostos em um tópico específico do edital.

A prova da 2ª fase também tem a duração de 5 horas e, ao contrário da etapa anterior, será permitida a consulta a legislação, súmulas, orientações jurisprudenciais, enunciados e precedentes normativos, desde que não haja nenhuma anotação ou comentário.

Caso você seja reprovado na 2ª fase, não se desespere! Existe ainda o procedimento de repescagem para o próximo exame. Desde 2013, a OAB permite que o candidato que foi aprovado somente na 1ª fase, porém reprovado na seguinte, já pule direto para a 2ª fase no próximo exame. Dessa forma, como não será necessário repetir a 1ª etapa, você poderá concentrar os estudos inteiramente na prova discursiva.

Qual o tempo de duração da prova?

Como mencionado, o tempo de duração de cada fase da prova é de 5 horas cada. Isso sem contar que o ideal é reservar os 30 minutos finais para transcrever todas as questões para a folha de respostas e ainda deixar um tempo para descansar, comer e ir ao banheiro.

É importante perceber que apesar de parecer que 5 horas são suficientes para resolver todas as questões, o tempo também pode ser seu maior inimigo na hora da prova.

São 80 questões na primeira fase, então o candidato terá um pouco mais de 3 minutos para resolver cada questão objetiva. São 3 minutos para ler, entender, interpretar e encontrar a resposta correta.

Na segunda fase nós temos a elaboração da peça processual e mais quatro questões discursivas (e estas muitas vezes possuem letras a, b e c). Então o candidato possui aproximadamente 1 hora para cada questão, sem contar que nessa etapa ainda tem o tempo para elaboração de rascunho e para passar a limpo.

Sendo assim, é importante aproveitar todo o tempo disponível e focar nas questões que você já sabe ou que tem mais facilidade. Se não souber alguma questão, pule. Se você leu e não encontrou a resposta correta de uma vez, o ideal passar para a próxima e deixar as questões que você ficou em
dúvida por último. É melhor resolver todas as questões que você tem facilidade primeiro, assim você ficará mais tranquilo e já irá garantir alguns pontos logo no começo da prova.

Na prova objetiva o ideal é resolver pelas matérias que você já possui maior afinidade, pois você estará mais descansado e preparado para resolvê-las. Já na prova discursiva, é importante avaliar o peso de cada uma das questões: já que a peça processual vale muito mais, talvez seja melhor priorizá-la e assegurar uma pontuação mais elevada.

Quais matérias são mais cobradas?

O edital do exame não dispõe expressamente sobre a quantidade de questões de cada matéria. Mas, se levarmos em conta a estrutura das diversas provas anteriores, é possível fazer uma estatística de quais são as disciplinas mais cobradas.

Ética, por exemplo, foi a matéria com mais questões nos últimos Exames da OAB. Pode-se esperar que cerca de 10 perguntas da prova sejam destinadas a essa disciplina. Portanto, o candidato que focar seus estudos no Código de Ética e Disciplina da OAB terá uma boa porcentagem da prova já garantida!

Em segundo lugar, não há uma matéria fixa. Direito constitucional, administrativo civil, empresarial, penal e trabalhista, junto com as respectivas matérias processuais, costumam cair bastante na prova.

Cada uma das áreas citadas tende a ter entre cinco e oito questões por prova. É evidente que o candidato deve dividir muito bem seus estudos, de forma a abranger todas essas disciplinas, pois o peso de cada uma é importantíssimo para sua aprovação.

Se você tem mais facilidade em alguma das áreas mencionadas acima, o ideal é que as questões sobre elas sejam resolvidas em primeiro lugar no dia da prova. Dessa forma, você terá mais chances de garantir sua aprovação caso o tempo se encurte e não seja possível resolver todas as questões.

Por fim, Direito do consumidor, ambiental, tributário, internacional, filosofia do Direito, estatuto da criança e do adolescente e Direitos humanos são as matérias menos cobradas. Em muitas provas, algumas dessas disciplinas tiveram apenas uma ou duas questões.

O candidato, porém, não pode negligenciar nenhuma matéria. Qualquer ponto extra pode ser um diferencial entre a aprovação e a reprovação. É claro que as disciplinas que tendem a ser mais cobradas devem ser priorizadas. É importante também dedicar uma parte do seu cronograma para estudar as matérias nas quais você tem mais dificuldade.

Em relação à 2ª prova, atenção! Não cometa o erro de escolher a área que costuma ter um índice menor de reprovação! Por mais que algumas matérias pareçam ser mais fáceis que outras, você deve escolher aquela para a qual tem mais aptidão.

Pensar apenas na dificuldade da prova pode ser a causa da sua reprovação, pois o fácil é algo subjetivo. Para você, a matéria mais fácil vai ser aquela que mais lhe agrada!

As questões da OAB podem ser anuladas?

As provas da OAB são organizadas com muito cuidado, passando por diversos processos de revisão. Mesmo assim, é claro que alguns erros podem ser cometidos durante sua elaboração. Apesar de ser algo raro, a resposta à pergunta deste tópico é: sim, as questões podem ser anuladas.

Caso haja algum equívoco na elaboração da prova objetiva (1ª fase), existem duas possibilidades:

  • No caso de mero erro de gabarito (por exemplo: a resposta correta é a letra A, porém o gabarito preliminar considerou a letra C), haverá apenas a sua retificação. Dessa forma, quem acertou a questão vai receber o ponto. O próprio edital prevê que o gabarito preliminar corresponde apenas a uma expectativa de resposta, podendo ser alterado a qualquer tempo.
  • Já nos erros insanáveis, a questão será anulada e sua pontuação será atribuída a todos os candidatos, até mesmo àqueles que não interpuserem recurso. Cabe ressaltar que a pontuação não será novamente atribuída ao candidato que já havia computado o acerto no gabarito preliminar.

A anulação das questões da prova dissertativa (2ª fase) segue a mesma lógica: nas situações em que o erro seja de elaboração, todos os candidatos que realizaram a prova na mesma área em que a questão foi anulada terão a pontuação atribuída, independentemente da interposição de recurso.

Já no caso de erro de correção, a pontuação será atribuída somente àquele que interpôs o recurso requerendo a revisão. Cabe lembrar aqui que o erro de correção na 2ª fase não é causa de anulação, e sim de revisão.

Os recursos, como se vê, é o meio adequado para requerer tanto a revisão como a anulação das questões da OAB.

Ainda que as questões anuladas atribuam pontos para todos os candidatos, não conte com isso para a sua aprovação! A pessoa que faz apenas 38 ou 39 pontos na prova objetiva e espera a anulação de uma ou duas questões para conseguir passar para a 2ª fase está correndo um grande risco. Em muitos exames, não houve sequer uma questão anulada. Como foi dito no início deste tópico, a anulação é algo raro, é a exceção!

Existe uma fórmula para passar na OAB?

Agora que você já sabe como funciona a prova da OAB, a grande questão é saber como ser aprovado. Seria ótimo se existisse alguma fórmula mágica para conseguir essa aprovação e colocar as mãos na tão sonhada carteira de advogado — mas ela não existe! Apesar disso, temos aqui algumas dicas que ajudam a progredir nessa jornada.

Antes de mais nada, é preciso entender que a aprovação na OAB não será alcançada sem esforço e persistência do candidato. É preciso estudar e ter disciplina. Os índices de reprovação estão aí para mostrar que aqueles que não levam o exame a sério não são bem-sucedidos.

Como já mencionamos muitas vezes, a melhor estratégia para conseguir passar na OAB é criar um cronograma de estudo consistente, que consiga abranger todas as matérias, medindo a importância de cada uma de acordo com as dificuldades do estudante.

É preciso estudar todos os dias, mas sem deixar que isso prejudique o seu descanso. Saber como se organizar é essencial. É preciso separar os momentos de lazer dos estudos. Uma mente cansada não consegue processar e memorizar aquilo que foi estudado.

A preparação para o Exame da Ordem também não deve se concentrar apenas na leitura de leis e doutrinas. Fazer exercícios é essencial, além de ser um dos melhores métodos de aprendizado e memorização. Dedique um momento do seu dia apenas para resolver provas antigas e questões comentadas da OAB.

A melhor maneira de conquistar sua aprovação, porém, é por meio de um cursinho preparatório, já que nem toda faculdade consegue preparar seus alunos para o grande desafio da OAB.

É importante fazer um curso preparatório para a OAB?

O curso preparatório é um ótimo método de estudo para o Exame da Ordem.
Muitas vezes a rotina de faculdade, trabalho e outras responsabilidades pode deixar você cansado e desmotivado para estudar sozinho ao chegar em casa.

Ler um livro a noite, depois de um dia longo, não é a melhor opção para uma rotina de estudos. Estudar sem um cronograma ou sem um foco também são outros fatores que influenciam para nos distanciar da tão sonhada aprovação. Por isso é tão importante ter o suporte de uma instituição de ensino boa, renomada e preparada para te ajudar a estudar da melhor maneira possível.

É importante que o candidato avalie quais são os professores do curso, quais as opções o curso oferece (só videoaulas ou só materiais escritos?), e qual a quantidade de alunos aprovados no Exame após a finalização do curso.

O Saraiva Aprova, por exemplo, oferece excelentes materiais de estudo, elaborados por professores extremamente qualificados, além de aulas online de curta duração e um acompanhamento que leva em consideração as peculiaridades de cada aluno.

O fato de poder assistir às aulas no conforto do seu lar permite que você tenha mais tempo para se dedicar aos estudos. Afinal, não será preciso lidar com o tempo de deslocamento no trânsito, e você poderá revê-las quando quiser, adaptando tudo ao seu ritmo.

Além disso, o Saraiva Aprova também oferece acesso a materiais em PDF e livros editados pelos próprios professores, que vão complementar seu aprendizado, garantindo o sucesso!

A partir do momento que você compreende como funciona a prova da OAB, a
jornada em busca da aprovação se torna bem mais tranquila. Por mais que esse exame pareça assustador à primeira vista, você perceberá que não há com o que se preocupar, desde que esteja preparado!

Ao seguir nossas dicas e contar com a ajuda de um bom cursinho, sua aprovação estará garantida. Então aproveite esse momento de incentivo e baixe o nosso kit Roteiro e Planejador de Estudos para começar a se preparar hoje mesmo!


Como passar na OAB? Veja 18 estratégias infalíveis!

A aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil é, hoje, uma condição para que muitos profissionais do Direito sejam bem-sucedidos em seus objetivos de carreira. Afinal, algumas das principais e mais concorridas carreiras públicas exigem tempo de experiência exercendo a advocacia, como é o caso da magistratura, promotorias, defensorias e procuradorias, entre outras.

O exame passou por profundas mudanças, especialmente após sua unificação em todo o território nacional. Ministrada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a prova da 1ª fase da OAB envolve conhecimentos gerais e específicos em diferentes matérias, desde Direito Constitucional e Direito Administrativo, até Internacional e Ambiental. Ou seja, é uma prova bastante abrangente!

Mas, então, qual seria a melhor forma de se preparar para um exame tão complexo? Existe algum segredo para facilitar a aprovação na 1ª fase da OAB?

Sim! É possível colocar algumas sugestões em prática para tornar seu sucesso nessa prova ainda mais factível.

Confira abaixo estratégias de como passar na OAB:

1) Entenda a importância do exame para sua carreira

O que o exatamente motiva a passar no exame da OAB?

Essa é a principal pergunta que você deve procurar responder, antes de tomar qualquer outra atitude em relação à prova. Afinal, ter esses objetivos e propósitos em mente contribui para que você não desista dos estudos ou perca sua disciplina durante a preparação para a OAB.

Hoje em dia, é imprescindível que você passe na prova da Ordem para exercer a advocacia. E, ainda que sua intenção primária não seja a de advogar, ainda assim é preciso ter algum tempo de experiência como advogado (geralmente três anos) para comprovar sua experiência em alguns dos principais concursos públicos.

Ou seja, obter a carteira da OAB é uma forma de abrir diversas oportunidades profissionais em sua vida, seja para atuar como advogado, seja para cumprir o pré-requisito de muitos dos concursos públicos atualmente. Por essa razão, tenha em mente o que o motiva a obter a aprovação!

mulher segurando carteirinha da oab

2) Faça um curso preparatório para o exame

Outra maneira de se preparar para a prova é por meio da realização de cursos preparatórios para a OAB. Hoje em dia, existem cursos nos mais diversos formatos e que atendem a variadas necessidades.

Sejam eles presenciais ou online, ter contato com professores especializados na preparação para esse exame é imprescindível, já que eles costumam diferir muito daquilo que normalmente é explorado nas salas de aula da graduação em Direito.

Os cursos oferecem baterias de exercícios, materiais didáticos exclusivos, simulados, experiência no preparo de candidatos aprovados na OAB pela FGV, além das melhores dicas em relação à jurisprudência e legislação mais atual, que têm maiores chances de serem cobradas em prova. Pense neles como um bom investimento em relação ao seu futuro profissional!

Nós preparamos um artigo especial para te ajudar a escolher o curso preparatório.

3) Leia o edital com cuidado e conheça as regras

Seja qual for o concurso prestado, até mesmo o ENEM, é sempre importante ler o edital com atenção aos detalhes. Além de isso ajudá-lo a criar um cronograma de estudos minucioso e que cubra todos os pontos da prova, essa é uma maneira de conhecer direito o exame, suas fases e requisitos mínimos para a aprovação.

Por essas razões, há quem diga que a leitura correta do edital é a primeira fase de um concurso como esse, porque já elimina aqueles candidatos que fazem a prova simplesmente por fazer, que não conhecem o certame, ou que estão apenas testando seus conhecimentos.

Principalmente no que diz respeito às matérias cobradas e pontos de prova, invista algum tempo sistematizando esse conhecimento e acrescendo matérias ao seu planejamento de estudos. São justamente esses detalhes que podem fazer a diferença no momento da aprovação.

A leitura do Edital é tão importante que alguns preparatórios possuem professores dedicados ao coaching e à interpretação de editais.

Lembrando que os editais são divulgados sempre na página oficial da OAB/FGV.

4) Crie um cronograma de estudos eficiente

Agora que você já leu o edital e já sabe bem o que tem que estudar, que tal elaborar um planejamento de estudos?

Esse plano deve levar em consideração:

  • o tempo que você tem até a prova;
  • as matérias que deverão ser estudadas e
  • as datas de cada etapa do concurso.

A partir dessas informações, fica mais fácil montar um cronograma diário de estudos, com a matéria a ser vista a cada dia e hora de estudo, os exercícios que você tem que fazer e as sessões de revisão. Ao se planejar dessa forma e dividir a matéria em diferentes dias de estudo, você conseguirá esgotar mais facilmente um conteúdo que é bastante extenso e abrangente.

Por essa razão, muitos alunos decidem começar seus estudos para a prova da OAB antes dos semestres finais da faculdade, talvez até mesmo no 8º período. Isso garante mais tempo de estudo, prática de exercícios e revisão de conteúdos, o que, com certeza, favorece a sua aprovação.

Nós preparamos um material exclusivo e disponibilizamos gratuitamente para você montar seu próprio roteiro de estudos. É o Kit Planejador da OAB. Acesse agora mesmo para montar seu cronograma.

5) Dê mais ênfase ao estudo de matérias que você tem dificuldade

Ao se preparar para a prova da OAB, um erro comum é a concentração de tempo e energia naquelas disciplinas que mais o agradam, inclusive as que foram escolhidas para a segunda etapa. No entanto, essa não é uma boa estratégia de estudos.

Isso acontece porque você provavelmente já tem conhecimentos suficientes nas disciplinas que gosta de estudar, ou em que atuou no estágio etc. No entanto, são nas disciplinas em que você menos tem facilidade que acontecem os maiores saltos qualitativos e de melhora de desempenho.

Ou seja, ao estudar aquelas matérias com as quais você tem menor familiaridade, ou que não despertam tanto interesse, você acaba se preparando melhor e aumentando seu rendimento global na prova. Além disso, diminuem as chances de você zerar alguma das provas.

6) Não deixe para estudar somente nos últimos semestres da faculdade

Ao organizar seu plano de estudos, é importante que você não negligencie os preparativos para a prova da OAB até o final do curso. Afinal, além de ser uma das provas mais importantes na área do Direito, os estudos para o exame da Ordem também podem ser conciliados com os estudos regulares de seu currículo, ou até mesmo com cursinhos preparatórios de concurso.

Muitos alunos separam apenas o último semestre (ou até mesmo o mês) de faculdade para estudar, o que, com certeza, não é suficiente. Assim como qualquer disciplina no Direito, o número de legislações, entendimentos doutrinários e jurisprudenciais só aumenta com o passar do tempo.

Por isso é tão importante que você já esteja em dia com a matéria antes mesmo da época da prova. Caso esteja apertado com outras disciplinas, estágio ou trabalho, você pode começar com uma rotina mais simples e enxuta de estudos nos 8º e 9º período.

Quando chegar ao 10º, poderá agregar também os estudos para a segunda etapa (prova prática e dissertativa), para a qual, inclusive, você terá maior conteúdo teórico ao ter praticamente completado sua grade curricular da faculdade.

7) Leia, releia e faça exercícios

Sim, exercícios são parte fundamental da preparação para a prova da OAB. Seja em relação às disciplinas da primeira etapa, seja em relação à prova prática e dissertativa da segunda etapa, você deve utilizar as sessões de leitura, revisão e exercícios como momentos de fixação de conteúdo.

Apenas ler uma disciplina no manual ou na legislação não é suficiente para seu aprendizado. A maioria das pessoas, para ser bem-sucedida no processo de memorização e compreensão da matéria, precisam também incorporar o hábito de revisão e de prática desses conhecimentos por meio de exercícios.

Por isso, passe a incorporar em seu planejamento de estudos a realização de exercícios sobre as matérias que estudou em dias passados. Essa é uma prática que nos faz exercitar a memória e rever conceitos, dispositivos e entendimentos que acabamos de aprender, ajudando a fixá-los.

8) Sistematize a matéria cobrada

Só porque o estudo para a prova da OAB envolve muita legislação, isso não significa que a matéria não possa ser sistematizada. Na verdade, você ganha muito mais (e tem maiores chances de aprovação) se procurar compreender a racionalidade por trás de cada legislação, que normalmente está na Constituição.

Assim, o estudo de Direito Constitucional é um dos mais importantes para quem busca se preparar para a prova da Ordem. Ao saber bem quais são os direitos fundamentais, a distribuição de poderes e as competências, você terá maiores condições de compreender os princípios do Direito Administrativo, Civil, Penal, entre outros.

Por isso é tão importante contar com um conhecimento profundo sobre a racionalidade por trás da Constituição. Ela sistematiza o Direito no Brasil e confere às outras disciplinas seu sentido e forma de interpretação.

Indicação: recomendamos bastante o livro OAB Esquematizado®, do Professor Pedro Lenza (livro didático oficial de nosso curso!)

9) Um dos maiores segredos da 1ª etapa: foco no Estatuto da Ordem e no Código de Ética da OAB

Para a prova objetiva, por mais que sejam cobrados conteúdos diversos, das mais variadas matérias, é importante que você utilize estrategicamente seu tempo de estudos. Você estudará todas as disciplinas para essa etapa, mas concentrará mais tempo e esforços no estudo específico de algumas matérias, como é o caso do Estatuto da OAB e o Código de Ética da OAB.

Por que concentrar esforços nessas disciplinas? Primeiramente, porque entre as oitenta assertivas da primeira etapa, doze tratam sobre o Estatuto da OAB e seu Código Ética. Ou seja, relativamente, são matérias que têm um grande peso na prova.

Além disso, são leis relativamente curtas, bastando lembrar que nossa Constituição tem 250 artigos, o Código Penal tem 361 artigos e o Código Civil tem 2046 artigos! Assim, essas leis demandam menos esforço de memorização e têm maiores chances de serem cobradas do candidato.

Por essas razões, devem ser estudadas com mais afinco. É uma escolha estratégica para os seus estudos!

10) É muito importante ler a “letra da lei”, não apenas o que dizem os doutrinadores

A prova da OAB é um exame diferente dos concursos públicos usuais. Enquanto muitas provas de concurso visam verificar se o candidato sabe problematizar e questionar as leis, o exame da Ordem objetiva atestar conhecimentos básicos sobre uma grande variedade de temas no Direito.

Por isso, a cobrança de conteúdos é muito baseada no que diz a “letra da lei”. Claro que ler os grandes doutrinadores de cada área vai ajudá-lo a interpretar a lei e compreendê-la de forma mais sistemática.

Mas nunca negligencie a leitura dos códigos e legislações especiais. Elas dizem muito sobre a forma como você deve responder questões na prova da OAB, especialmente na primeira etapa.

Inclusive, muitas questões de múltipla escolha são elaboradas tendo como base justamente o texto da lei. Para os alunos que já estão familiarizados com esses textos, principalmente de conteúdos cobrados com frequência, conhecer a lei significa uma verdadeira vantagem em relação à sua aprovação.

11) Tire todas as suas dúvidas com especialistas

Seja na faculdade, seja na realização de cursinhos especializados na preparação para o exame da OAB, por que não contar com o auxílio de especialistas? Ao tirar suas dúvidas com profissionais qualificados de cada disciplina, você sana incertezas que podem vir a ser cobradas na próxima prova da OAB.

Além disso, aprende mais aquele aluno que identifica suas próprias deficiências de conhecimento em cada matéria, as reconhece e pede ajuda para resolvê-las. Esse tipo de atitude contribui para uma aprovação mais rápida no exame da ordem!

12) Escolha com cuidado a matéria da segunda fase

Muitos estudantes escolhem a disciplina em que farão a prova prática e dissertativa de acordo com o número de peças processuais que ela envolve, já que assim “há menos peças a decorar”. Essa não é uma boa estratégia, porque é necessário ter familiaridade com a matéria, independentemente da variedade de recursos, ações e outras peças que ela venha a apresentar.

Direito do Trabalho costuma ter a menor quantidade de peças processuais possíveis, mas é também uma matéria que segue ritos processuais bastante diferentes do Cível, Administrativo e Penal.

Se você não tem costume em trabalhar nessa área, por que escolhê-la?

Aproveite esse momento de início de estudos para decidir-se em relação a uma matéria que mais o agrada, ou com a qual você já trabalhou em um estágio e tem mais facilidade de estudar. Lembre-se de que seu estudo demandará bastante tempo e dedicação, por isso é imprescindível ser algo prazeroso.

13) Estude por meio de provas antigas da OAB

É bastante produtivo estudar por meio de provas antigas da OAB. Fazer simulados, principalmente os de primeira fase, vai ajudá-lo a medir seus conhecimentos, saber o formato das perguntas efetivamente cobradas em prova e ainda ajudar na fixação do conteúdo.

No entanto, ao escolher provas simuladas para realizar, lembre-se de que o exame da OAB nem sempre foi unificado e administrado pela FGV. Até 2009, cada seccional da Ordem decidia como e quem elaboraria suas provas, gerando diversas divergências entre os níveis de exame em cada uma.

Além disso, é melhor buscar as provas mais recentes para realizar, já que elas estarão mais atualizadas, assim como seu gabarito. Como é comum no Direito, em menos de um ano muitas leis podem ser revogadas, alteradas ou substituídas por normativas mais recentes.

Leia também: Vale a pena estudar por meio de provas antigas da OAB?

14) Atualize-se por meio de súmulas e orientações jurisprudenciais

Essa dica é especialmente relevante para quem já está se preparando para a segunda etapa da prova da OAB. Muitas das questões propostas levam em consideração súmulas (vinculantes ou não) e orientações jurisprudenciais de tribunais superiores.

É imprescindível que o advogado em formação tenha conhecimento dessas construções jurisprudenciais, já que elas orientam o julgamento dos juízes e podem ser essenciais para a defesa de seu cliente.

As orientações jurisprudenciais são publicadas pelo Superior Tribunal do Trabalho (TST), em seu site. Já as súmulas vinculantes são de competência do Supremo Tribunal Federal (STF), e podem ser encontradas aqui.

É importante lembrar que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) também publica suas súmulas jurisprudenciais, e que o STF ainda emite súmulas não vinculantes.

Ou seja, há muito o que estudar!

Para ajudá-lo nessa tarefa, procure assinar os informativos e publicações online desses tribunais. Normalmente, a prova da OAB foca nas novidades jurisprudenciais de cada matéria.

15) Atenção ao emocional nas vésperas da prova da OAB

Grande parte de seu sucesso no dia da prova da OAB depende do estado emocional ao lidar com aquela situação. Há pessoas que ficam muito estressadas, ansiosas, nervosas, têm brancos, entre outras reações que podem prejudicar seu desempenho.

Mas como lidar bem com essas flutuações de humor na véspera da prova?

No dia imediatamente anterior, procure relaxar, ir ao cinema, fazer alguma atividade que dê prazer (mas evite álcool). Você, provavelmente, não terá mais tempo de estudar novos conteúdos e já estudou tudo o que poderia ter estudado até então. Estudar ainda mais pode atrapalhar seu estado emocional e gerar um nervosismo desnecessário.

Psicologicamente, é importante também estar no lugar certo: isso significa, entre outras coisas, dar a devida importância para a prova da OAB e medir seus esforços até então. São administrados vários exames durante o ano e não será o fim do mundo se você não for aprovado.

No entanto, certifique-se de que estudou e fez o possível para chegar o mais perto possível da pontuação necessária para passar. Esse tipo de atitude vai gerar mais tranquilidade mental durante a prova.

16) No dia da prova, evite a autossabotagem

Com medo do fracasso, muitos alunos acabam se autossabotando no dia do exame. Dizem que não estão preparados, que vão fazer “apenas por fazer” a prova, que não têm muitas expectativas em relação aos resultados. Esse tipo de atitude emocional é bastante perigosa, porque condiciona seu cérebro a lidar com essas situações como se fossem verdade.

Procure não cair nessa situação. Faça a sua prova com determinação e invista nela as expectativas necessárias para que você esteja mais próximo da aprovação.

É possível condicionar sua mente também a pensar positivamente, lembrando de todos os esforços que você já fez então, todas as suas vitórias passadas e como você está próximo de mais uma aprovação. Por que não pensar pelo lado positivo?

Leia também: 5 melhores práticas para resolver questões da OAB

17) Saiba administrar melhor seu tempo

Simulados não servem somente para medir seus conhecimentos, mas também o tempo que você leva para resolver uma prova como a da OAB. São oitenta questões na primeira etapa.

Na segunda, o candidato deve elaborar uma peça profissional e responder a quatro questões discursivas, todas no âmbito de sua escolha de disciplina: Direito Administrativo; Direito Civil; Direito Constitucional; Direito do Trabalho; Direito Empresarial; Direito Penal; ou Direito Tributário.

Ambas as fases demandam muita reflexão e questionamentos em cada pergunta, que podem atrasar muitos candidatos e impedir a aprovação. Por isso é tão importante realizar simulados que levem em consideração o tempo efetivo de prova (nas duas etapas). Essa é uma forma de realizar um estudo direcionado, mais conciso e que não ignore os parâmetros de aplicação de prova.

Procure amigos que também estejam se preparando para a prova e simulem as condições normais de aplicação do exame: tempo, ambiente livre de interrupções, nenhuma consulta (exceto legislação sem comentários para a segunda etapa) etc.

Além disso, lembre-se de que é preciso algum tempo para preencher o cartão de respostas na primeira etapa, bem como de tempo de revisão na segunda. Esses minutos são essenciais para descobrir erros de última hora e fazer as devidas correções.

18) Atenção no preenchimento do cartão de respostas

Por falar em cartão de respostas, esse é um aspecto com o qual muitas pessoas não têm experiência. Além de reservar tempo para seu preenchimento, lembre-se de prestar muita atenção a cada resposta transcrita do caderno de questões para o cartão.

Você poderá perder pontos valiosos ao fazer isso com pressa e sem atenção aos detalhes. É muito comum confundir alternativas e questões nesses momentos, especialmente devido ao nervosismo na hora da prova. Vale a pena ter calma e atenção!

Colocando tudo junto

Com essas dicas infalíveis em mãos, fica mais fácil atingir a tão sonhada aprovação em seu próximo exame da Ordem dos Advogados do Brasil. Resumindo:

  1. Entenda a importância do exame para sua carreira.
  2. Faça um curso preparatório para o exame.
  3. Leia o edital com cuidado e conheça as regras.
  4. Crie um cronograma de estudos eficiente.
  5. Dê mais ênfase ao estudo de matérias que você tem dificuldade.
  6. Não deixe para estudar somente nos últimos semestres da faculdade.
  7. Leia, releia e faça exercícios.
  8. Sistematize a matéria cobrada.
  9. Um dos maiores segredos da 1ª etapa: foco no Estatuto da Ordem e no Código de Ética da OAB.
  10. É muito importante ler a “letra da lei”, não apenas o que dizem os doutrinadores.
  11. Tire todas as suas dúvidas com especialistas.
  12. Escolha com cuidado a matéria da segunda fase.
  13. Estude por meio de provas antigas da OAB.
  14. Atualize-se por meio de súmulas e orientações jurisprudenciais.
  15. Atenção ao emocional nas vésperas da prova da OAB.
  16. No dia da prova, evite a autossabotagem.
  17. Saiba administrar melhor seu tempo.
  18. Atenção no preenchimento do cartão de respostas.

E, é claro, acredite! Sua aprovação pode estar mais perto do que você imagina.

Procure colocar essas sugestões em prática, crie seu plano de estudos e tenha disciplina ao se preparar para a prova. Os benefícios são vários e a aprovação é para o resto de sua carreira. Portanto, invista nesse objetivo!

Quer mais dicas de como passar na OAB? Estamos sempre produzindo mais material para aumentar suas chances de aprovação, é só ficar ligado!


Resultado oficial Exame XXIX da OAB – 1ª fase

A FGV acabou de divulgar o resultado oficial da primeira fase do Exame XXIX da OAB, que aconteceu no dia 30 de junho.

Para conferir se você foi aprovado nessa primeira etapa, basta clicar AQUI!

A primeira fase da edição XXIX do Exame contou com duas anulações. Confira o comunicado oficial da OAB neste link.

Qual foi seu resultado no exame XXIX?

Queremos saber o que você achou da prova e o resultado oficial do exame XXIX. Conta pra gente: rolou ou não rolou?

Se você passou e está na segunda fase, temos um desconto para incentivar sua nova fase de preparação! Insira o cupom de desconto aprova20 no momento de fazer a sua compra e comece a estudar hoje mesmo!

Acesse também nosso material gratuito: Marcação de Vade Mecum para OAB

Se não foi dessa vez, não se preocupe: o desconto informado acima é válido para você também! Estamos aqui para te ajudar e vamos juntos conquistar sua aprovação.

Confira também: Não passei na OAB, o que faço agora?

 

Qual é o tempo de estudo ideal para passar na OAB?

Qual é o tempo de estudo ideal para passar na OAB?

Depois de estudar muito e ser aprovado na 1ª etapa da prova da OAB é hora de se dedicar à 2ª fase. Mas qual o melhor jeito de fazer isso? Além de estudar com afinco as matérias da área escolhida para fazer o exame, o que inclui tanto o direito material quanto o direito processual, é fundamental fazer um simulado da 2ª fase da OAB.

Mas para que o preparo seja ainda mais intenso e o candidato aproveite ao máximo os simulados, vamos dar algumas dicas preciosas. Continue lendo!

Faça as edições dos exames anteriores

Além de ser uma ótima oportunidade de treinar seus conhecimentos, a resolução de provas anteriores é a melhor forma de se familiarizar com as questões da banca responsável pela elaboração da prova.

Isso é importante porque, em geral, a banca tem um perfil de estilo de prova, uma forma própria de cobrar as matérias, e conhecer esse estilo torna a própria leitura dos enunciados mais simples.

Além disso, por mais que as questões não se repitam, os temas cobrados podem ser semelhantes. Nesse sentido, um assunto que já foi objeto de uma peça processual pode vir a ser o de uma questão discursiva, e vice-versa. É natural que as bancas tenham predileção por determinados temas e isso é mais facilmente notado ao fazer os exames anteriores.

Treine todas as peças processuais

É fundamental saber quais são todas as peças processuais passíveis de serem cobradas em seu certame, de acordo com a área de estudo escolhida, e incluí-las em seus simulados.

Por isso, ainda que nos simulados oferecidos pelo seu cursinho preparatório ou pelo seu material de estudo não tenha sido cobrado alguma peça, não deixe de fazê-la em casa por conta própria.

Estar preparado para qualquer peça, mesmo aquelas não cobradas usualmente, evita uma surpresa desagradável e, consequentemente, nervosismo na hora da prova. Por isso, em primeiro lugar, é fundamental saber as hipóteses de cabimento de todas as peças, suas respectivas estruturas, as preliminares e prejudiciais que podem ser arguidas e as regras de competência.

Uma boa dica é fazer os esqueletos de todas as peças da área de sua escolha, incluindo endereçamento, qualificação, nome da peça, exposição de motivos e fundamentos jurídicos, pedidos, local, data e assinatura.

Assim, ainda que o conteúdo de direito material seja outro, o candidato estará preparado para estruturar qualquer peça e evitar dúvidas naquele momento, como a quem a peça deve ser endereçada ou se é preciso saltar linhas entre endereçamento e qualificação das partes, entre outras questões relevantes.

Esteja com o seu Vade Mecum em mãos

O fato de o Vade Mecum poder ser usado na prova da 2ª fase já leva à necessidade de usá-lo durante todo o processo de preparação para o exame. É ele que dará o suporte para a resolução tanto do direito processual quanto do direito material, implicando, portanto, na necessidade de folheá-lo ao longo de toda a prova para buscar os fundamentos legais de todas as respostas.

No entanto, por mais que o candidato faça marcação dos códigos e leis esparsas no seu Vade Mecum, é fundamental ter familiaridade com o seu manuseio a fim de que, no momento do certame, a consulta seja fácil e rápida, evitando dificuldades desnecessárias, como encontrar uma súmula.

Dessa forma, para saber buscar a legislação com velocidade, é preciso desenvolver essa afinidade com a sua consulta e a familiaridade com a distribuição das leis e súmulas.

Habitue-se, portanto, a estudar sempre por ele, principalmente no momento de fazer os simulados, e deixe o computador de lado. Além disso, garanta que o seu Vade Mecum esteja atualizado de acordo com a legislação e com súmulas em vigor à época da publicação do edital. Usar o Vade Mecum com leis revogadas é um dos erros que o candidato não pode cometer.

Faça o simulado da 2ª fase da OAB à mão

Ao fazer os simulados, em casa ou no cursinho, faça-os sempre à mão, pois é assim que será na hora da prova. Nesse contexto, até mesmo a escrita precisa ser treinada, principalmente se o candidato não tem o hábito de escrever, mas apenas de digitar. Isso é necessário porque é preciso ter fluidez na escrita e agilidade na redação da peça e das questões.

Além disso, é com o treino que se incorpora regras simples da prova, como o que fazer em caso de rasura (risco simples sobre a palavra incorreta), e não escrever o seu nome (nunca faça isso).

Isso sem falar que é preciso aprender a respeitar as margens, o número de linhas, analisar o espaçamento para começo de cada parágrafo e se habituar a corrigir o texto, sem o uso de um corretor ortográfico.

Para que o treino seja ainda mais eficaz, o ideal é fazer os simulados na folha oficial da prova, aquela que você usará no dia do exame, para que o candidato se acostume com o espaçamento, com o número de linhas, com as margens, enfim, quanto mais se recriar o ambiente da prova, mais simples será colocar as dicas em prática no dia do certame.

Monitore o seu tempo

A gestão do tempo na 2ª fase da OAB é um ponto fundamental para o sucesso no exame. É muito comum o candidato passar tanto tempo fazendo a peça, que precisa resolver as questões discursivas correndo, sem ter tempo de dar a devida atenção a cada uma delas. E por mais que uma boa peça seja imprescindível, ela não garante a aprovação sozinha.

Por isso, mais uma vez, a dica é reproduzir ao máximo o ambiente da prova e isso inclui fazer o simulado no mesmo tempo que se tem para fazer a prova, 5 horas. Ao treinar com o tempo cronometrado, o candidato tem a oportunidade de aprender a gerenciar o tempo de prova para que consiga redigir a peça e todas as questões discursivas no seu devido prazo.

Além disso, o candidato que está habituado a fazer rascunhos precisa incluir no horário do simulado o tempo para passar tudo a limpo, pois é possível que o horário não seja suficiente para redigir duas vezes toda a prova.

É na hora de treino que o candidato precisa analisar se vale a pena ou não fazer um rascunho completo ou apenas destacar os pontos principais da resposta.

Faça simulados completos

Outro erro que pode ser cometido por alguns candidatos é treinar apenas a peça processual. Portanto, não faça isso. Como já dito, a peça processual, sozinha, não é capaz de garantir a aprovação, na medida em que ela vale 5 pontos e são necessários 6 pontos para ser aprovado.

Por isso, faça o simulado sempre completo, com uma peça processual e quatro questões discursivas para que a sua preparação também seja completa.

Dessa forma, quanto mais o candidato fizer o simulado da 2ª fase da OAB, menor a chance de ter surpresas desagradáveis, dúvidas desnecessárias e problemas com o tempo. Afinal, somente a prática leva à perfeição.

Preparado para o Exame da Ordem? Então, aproveite para fazer o download e ler nosso e-book com as peças mais cobradas na 2ª fase da OAB!

Curso preparatório ou estudar por conta própria: qual é a melhor opção?

Qual é a melhor opção: fazer um curso preparatório para a OAB ou estudar por conta própria?

Preparar-se para um processo avaliativo pode ser algo complexo e que demanda planejamento, organização e muito empenho. Seja qual for o tipo de prova a ser feita, a ação básica para que o candidato tenha sucesso é o estudo sistemático, uma atividade que pode não ser das mais fáceis, sobretudo, quando engloba um grande número de conteúdos.

Nessa perspectiva, o que seria mais eficiente: fazer um curso preparatório ou estudar por conta própria?

Para responder a essa pergunta, vamos mostrar as características e consequentes benefícios tanto de estudar sozinho quanto de contar com o auxílio do professor e demais vantagens trazidas durante a realização de um curso preparatório.

Com vistas a exemplificar de modo mais concreto e dar praticidade à apresentação, tomaremos como ponto de partida o Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

O exame da OAB consiste em um expediente interessante para a ilustração das diferentes vantagens fornecidas pelo estudo autônomo e pelo estudo institucionalmente orientado.

Isso porque o exame da OAB, além de obrigatório para todos os profissionais de direito que pretendem advogar ou prestar um concurso público, é uma avaliação exigente e com níveis de aprovação ainda baixos, sendo, portanto, uma prova importante.

O planejamento do processo de estudo

Antes mesmo de entender o que está envolvido na prática de estudar por conta própria e em um curso preparatório, é imprescindível ter em mente que qualquer processo de estudo demanda preparação intelectual.

A palavra estudar é de origem latina, tendo como significado etimológico originário a ideia do ato de estar ocupado com alguma coisa, ou seja, trata-se de uma ação que requer empenho.

Por se tratar de uma ação, o estudo abrange técnicas, procedimentos, estratégias, etapas e finalidades, sendo uma atividade que possui um ponto de partida, uma trajetória e um ponto de chegada.

Em geral, no estudo, parte-se da meta a ser alcançada, com a identificação do que é preciso saber a partir da verificação do que já se sabe e das exigências específicas do objetivo. Em seguida, são traçados os meios pelos quais essa finalidade será atingida.

Em termos práticos, o candidato ao exame da OAB tem como meta ser aprovado na prova. Para que isso aconteça, é necessária a ação de estudar os conteúdos cobrados no processo avaliativo e acertar o quantitativo de questões exigido pelas disposições e critérios do exame. Isso significa que a prática de estudos será fundamental nesse processo, devendo, pois, ser cuidadosamente organizada.

A organização das atividades de estudo requer que o candidato elabore e execute um planejamento que orientará todo o processo de aquisição de conhecimentos. Nesse planejamento, devem constar essencialmente os meios em que os conteúdos cobrados no exame serão trabalhados, isto é, de forma autônoma, institucionalmente direcionada ou uma combinação de ambas as possibilidades.

Esse planejamento é de suma importância para a obtenção de um desempenho satisfatório no exame da OAB, uma vez que organiza de forma sistemática toda a preparação que precisará ser feita.

Planejar o processo de estudos para o exame otimiza o tempo gasto durante a preparação e elenca as prioridades, fatores que contribuem para que o candidato seja capaz de estudar todo o conteúdo cobrado na prova.

É por meio do planejamento que o bacharel em direito conseguirá identificar quais os conhecimentos poderá adquirir ou aprimorar estudando sozinho e quais aqueles necessitam da mediação de um professor e da organização de um curso preparatório.

Dessa forma, planejar o processo de estudos deve ser o ponto de partida para quem pretende ser aprovado no exame da OAB.


Faça o download gratuito do nosso Kit de Planejamento para a prova da OAB.


A habilidade de estudar por conta própria

Estudar sozinho, não contando com o suporte de professores e de outros aparatos que objetivam facilitar a aprendizagem, é uma habilidade necessária para quem está se preparando para o exame da OAB.

Isso acontece porque ao poder dedicar-se aos estudos em qualquer local e horário, o estudante tem a possibilidade de usar o seu tempo de acordo com a disponibilidade que possui e no ritmo de aprendizagem que julgar mais apropriado.

Além disso, em um ambiente tranquilo, silencioso e sem a intervenção de outras pessoas ou a perturbação por barulhos e outras distrações, o estudante tem mais condições cognitivas para se concentrar e manter a atenção no material que está sendo estudado.

O foco individual necessário para os estudos é facilitado quando são postas em prática técnicas e estratégias que privilegiam a aprendizagem por si mesmo.

Estudar por conta própria possui determinadas características, exigindo, por isso, algumas competências do estudante, como autonomia, disciplina, empenho e a posse de um material de qualidade.

Autonomia

O primeiro atributo necessário é a autonomia, ou seja, a capacidade de autogestão por intermédio do uso de meios próprios.

Essa característica é essencial, já que é o estudante quem fará a seleção do conteúdo cobrado pela OAB, separará o material usado na preparação e organizará totalmente a sua rotina de estudos.

Nem sempre o indivíduo dispõe desse perfil autônomo, devendo desenvolvê-lo para aproveitar plenamente o estudo por conta própria. Uma técnica que fomenta o desenvolvimento da autonomia é a montagem de um plano de estudos com um cronograma que especifique os conteúdos e as datas em que serão estudados. O automonitoramento constante da execução do plano é reflexo de uma postura autônoma.

Disciplina

Outro atributo básico para a efetividade do estudo por conta própria é a disciplina, ou seja, a capacidade de se manter focado nas atividades necessárias ao alcance de uma meta. É preciso que o estudante siga à risca o planejamento feito, buscando motivação para esforçar-se continuamente, uma vez que a falta de um ambiente institucionalizado e direcionado à aprendizagem pode constituir um empecilho na manutenção do foco.

Empenho

Além da autonomia e da disciplina, é fundamental que o estudante empenhe-se ao estudar sozinho. Essa dedicação é essencial porque, não estando em contato com um professor que pode tanto mediar quanto estimular a aprendizagem, o candidato precisa de uma dose extra de interesse e aplicação, o que é essencial para a construção e a fixação dos conhecimentos que são cobrados no exame.

Selecionar um material de qualidade

Outro ponto fundamental é a seleção adequada do material de estudo, que deve estar atualizado, ser condizente com a literatura exigida no exame da OAB e ter qualidade acadêmica. Quem estuda de forma autônoma precisa ter especial atenção com relação a esse aspecto, já que a legislação brasileira é muito dinâmica, sofrendo alterações consideráveis em suas mais diversas esferas em um período de tempo relativamente curtos.

O estudante que é capaz de desenvolver de modo eficiente tais características tem grandes chances de se dar bem no exame. Esse potencial sucesso no processo avaliativo é possível porque as condições contextuais oferecidas pelo estudo por conta própria associadas à autonomia, à disciplina, ao empenho e à seleção adequada de material contribuem muito para a fixação dos conteúdos e consequente resolução da prova da OAB.


Saiba quais são os melhores livros para estudar para a OAB.


Os diferenciais de contar com um curso preparatório

De modo geral, fazer um curso preparatório é vantajoso e pode ser o diferencial do candidato na hora de prestar o exame, já que, como o seu próprio nome sugere, ele prepara a pessoa para um determinado fim.

No entanto, esse investimento só vale a pena se o indivíduo, de fato, aproveitar tal oportunidade, focando-se e empenhando-se nas aulas e demais ferramentas de aprendizagem oferecidas pelo curso escolhido.

Benefícios para quem vai prestar o Exame da OAB

Cursos preparatórios são muito benéficos para quem fará o exame da OAB. Em geral, eles operam a partir de cronogramas de aulas, contam com um corpo docente qualificado, abordam temas e questões referentes às provas anteriores, fornecem material de estudo específico e dão dicas e macetes que ajudam na resolução do exame. Resumindo, são cursos totalmente direcionados para aquele que prestará a prova.

Por se tratar de um processo de ensino e aprendizagem institucionalizado, no qual há a atuação do professor, em um curso preparatório o aluno tende a tirar enorme proveito das aulas, uma vez que elas são ministradas por profissionais competentes e experientes.

Além disso, em razão de ser um ambiente especificamente destinado aos estudos, um curso preparatório pode ajudar na concentração e motivação do estudante.

Outro ponto bastante vantajoso de se fazer um curso preparatório é o direcionamento específico dos estudos para o exame da OAB. Além de abordar de maneira sistemática, organizada e programada os conteúdos cobrados pela prova, é prática comum a resolução — e consequente análise crítica — de questões que compuseram as avaliações de anos anteriores.


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O trabalho com as questões que já caíram anteriormente no exame é fundamental por dois motivos principais:

1) primeiro, porque, com base nos comentários e análises feitas pelo professor, o candidato é capaz de entender de modo mais aprofundado determinados assuntos;

2) em segundo lugar, em razão da familiaridade que a pessoa passa a ter com a prova, conhecendo os tipos de questões, os formatos dos enunciados etc.

Mais um diferencial que deve ser levado em conta na hora de optar por um curso preparatório é o material de estudos oferecido. Tal como acontece com as aulas e a resolução das questões, o material fornecido é direcionado especialmente à realização do próximo exame da OAB, de maneira a ter qualidade, atender aos conteúdos cobrados e estar atualizado.

Além de todas essas razões, existem pessoas que precisam de uma maior orientação para conduzir os seus estudos, o que faz com que um curso preparatório para o exame da OAB caia como uma luva.

Nessa perspectiva, as atividades desenvolvidas no curso direcionam o que o candidato deverá fazer em termos preparatórios para ser capaz de adquirir os conhecimentos necessários e ser aprovado no processo avaliativo.

O estudante que participa de forma ativa de um curso preparatório para o exame da OAB é um forte candidato à aprovação. Isso porque ele recebe os estímulos institucionais adequados à preparação para a prova, principalmente no que se refere às especificidades relativas ao exame, e tem contato com professores experientes o bastante para orientá-lo nessa trajetória.

A capacidade de organizar um cronograma

Passar no exame da OAB exige estudos específicos e orientados, os quais, por sua vez, requerem organização do ponto de vista temporal. Isso porque, na maior parte dos casos, o candidato tem outros afazeres cotidianos além das atividades de preparação para a prova.

Nessa perspectiva, é essencial que o estudante elabore — e consequentemente siga — um cronograma para obter sucesso no exame.

Para organizar um cronograma, o indivíduo deve considerar o tempo que tem disponível aos estudos. Isso demanda que ele identifique suas atividades rotineiras, elenque as prioridades e estabeleça uma ordem para cada uma delas.

A partir dessas ações, o bacharel em direito deve estipular o tempo destinado à preparação para o exame, bem como estabelecer os conteúdos a serem estudados e os seus períodos temporais correspondentes.

O cronograma elaborado precisa considerar tanto o estudo por conta própria, quanto o estudo realizado por meio do curso preparatório, caso se matricule em um. Quando forem feitos os dois tipos de preparação, o estudante precisará identificar quais serão os conteúdos estudados por conta própria, criando um plano de estudos específico para essa finalidade.

Em geral, os cursos preparatórios têm os seus próprios cronogramas, baseados no quantitativo de aulas e nos assuntos a serem abordados. O candidato que optar por fazer um curso preparatório deve associar o cronograma da instituição de ensino ao seu cronograma particular, o que possibilita uma organização mais eficiente das matérias e conteúdos estudados, bem como auxiliará no planejamento do estudante.

A necessidade de tirar dúvidas sobre a matéria

O processo de estudo desenvolvido ao longo da preparação para o exame da OAB é marcado por dúvidas das mais diferentes naturezas, haja vista a complexidade envolvida na área.

Para que haja condições reais de aprovação na prova, é crucial que todas as eventuais dúvidas sejam sanadas, o que não se traduz em uma tarefa das mais fáceis, principalmente ao se considerar a quantidade e a abrangência dos conteúdos cobrados.

Nessa perspectiva, o estudante deve encontrar estratégias para compreender os assuntos que não ficaram suficientemente claros durante as atividades de estudo. Esse é um empreendimento particularmente complicado para quem estuda apenas por conta própria, uma vez que esse candidato deve se apoiar em técnicas individuais, como pesquisa em materiais de estudo, para esclarecer as suas dúvidas.

Por outro lado, o estudante matriculado em um curso preparatório tem o diferencial de poder contar com a ajuda do professor e outros suportes didáticos oferecidos pela instituição.

Dependendo da organização do curso, o candidato tem a chance de dirimir as suas dúvidas durante a aula, em momentos destinados especificamente para esse fim ou pelo contato direto com o docente.

O mais importante é que não restem dúvidas, pois, caso elas persistam, o desempenho bem-sucedido do candidato pode ser comprometido. Assim, recomenda-se fortemente que o estudante não deixe de tirar as suas dúvidas, esclarecendo-as em contextos de credibilidade, os quais compreendem os cursos preparatórios para o exame da OAB.

A importância da dinâmica da sala de aula

As salas de aula — sejam presenciais ou virtuais (no caso, a plataforma virtual de aprendizagem no ensino a distância) — são, por excelência, o local destinado à construção da aprendizagem.

É nesse ambiente que ocorrem as interações entre professores e alunos, são colocadas e resolvidas questões de interesse coletivo e trocadas experiência que contribuem para a construção do conhecimento.

A dinâmica da sala de aula é importante porque exerce influência na manutenção da motivação, atenção, concentração, disciplina e autonomia do estudante. Por estar em contato com pessoas que têm os mesmos objetivos que os seus e ser estimulado pelo professor, o candidato recebe constantes injeções de ânimo que o ajudam a se manter firme ao longo da preparação para o exame.

A própria configuração da sala de aula, com suas regras de funcionamento e distribuição de funções dos participantes, auxilia no estabelecimento e aprimoramento da disciplina do candidato.

Além disso, as atividades desenvolvidas em sala de aula fomentam a atenção, a concentração e a autonomia do candidato, uma vez que instituem certas práticas de aprendizagem, como a leitura e a resolução de exercícios.

A relevância da sala de aula no que se refere à preparação para o exame da OAB a torna não só importante como essencial à aprovação na prova. Dessa maneira, por ser estruturado de modo institucional — mesmo no caso da educação a distância —, um curso preparatório é recomendado também por possibilitar que o aluno esteja imerso nas dinâmicas da sala de aula e usufrua das vantagens que elas proporcionam.

A flexibilidade de estudar por conta própria

As inúmeras demandas do dia a dia fazem da flexibilidade um pré-requisito para a prática eficiente de estudos, condição que não é diferente da de quem está se preparando para fazer o exame da OAB.

Essa característica faz com que estudar por conta própria seja uma estratégia potencialmente eficaz, já que tal modalidade de estudo permite que o candidato organize e planeje a sua rotina.

Estudando por conta própria, aquele que pretende ser aprovado no exame da OAB tem a oportunidade de estabelecer os horários em que se dedicará aos estudos conforme a disponibilidade de tempo que possui.

Isso é importante porque além de possibilitar a preparação para a prova, não interfere no desempenho dos outros afazeres pelos quais o candidato tem responsabilidade.

Essa flexibilidade também dá a chance ao estudante de se dedicar à preparação para a prova nos momentos em que está mental e corporalmente mais apto. Assim, ele pode estudar em momentos em que está menos cansado e com mais condições de se concentrar, o que, consequentemente, levará a um maior aproveitamento.

Curso a distância: a união ideal entre as opções

Estudar somente por conta própria constitui um desafio para quem pretende ser aprovado no exame da OAB. Isso ocorre porque apenas com essa modalidade de estudo o candidato pode ter dificuldades de manter o foco ao longo do processo de aprendizagem.

Além disso, o estudante não tem acesso à sala de aula e nem pode contar com o auxílio especializado do professor para responder às suas dúvidas.

Por outro lado, mesmo havendo uma série de características positivas e benefícios, estudar apenas por meio de um curso preparatório não é garantia de aprovação no exame da OAB. Isso porque é essencial ao estudante, além de assistir às aulas, resolver questões de provas anteriores e dirimir as suas dúvidas sobre diferentes aspectos das matérias, estudar por conta própria.

O ideal é que essas duas possibilidades de estudo sejam associadas, o que possibilita a junção das vantagens típicas de cada uma delas. Uma forma muito eficiente de uni-las é por meio de um curso preparatório para o exame da OAB, oferecido a distância, o qual propicia flexibilidade, autonomia, disciplina, ferramentas didáticas, assim como conhecimentos especializados e direcionados ao estudante.

Um curso preparatório a distância é configurado de forma a contemplar tanto as características do estudo por conta própria quanto as do estudo institucionalizado. Isso se dá porque a sua estrutura envolve a atuação de professores, a interação entre alunos e com os docentes, bem como o ambiente virtual de aprendizagem — que é a sala de aula do ensino a distância —, além de requerer do aluno o desenvolvimento autônomo de atividades.

A demanda do curso preparatório para o exame da OAB pelo estudo por conta própria advém da metodologia de ensino da educação a distância. Essa modalidade educacional exige que o estudante faça as leituras, desenvolva as atividades e resolva os exercícios indicados pelo professor. E isso tudo no lugar e no horário em que o candidato tem disponibilidade, ou seja, com toda a flexibilidade possível.

E se um curso preparatório a distância para o exame da OAB já não contasse com muitas vantagens com relação à flexibilidade, metodologia de aprendizagem e direcionamento dos estudos, ainda há outro enorme benefício: o preço. Por envolver menor infraestrutura, cursos a distâncias tendem a ser mais baratos que cursos oferecidos presencialmente.

Neste post, buscamos mostrar as características e as vantagens tanto de estudar por conta própria quanto de fazer um curso preparatório para o exame da OAB. Como você pôde perceber, ambas as modalidades de estudo têm as suas vantagens, mas não são suficientemente eficazes quando tomadas isoladamente.

Dessa forma, a realização de um curso preparatório para o exame da OAB a distância é a porta de entrada para a aprovação nesse processo avaliativo. Esse tipo de curso é ideal, pois fornece todas as condições necessárias ao estudante para que tenha desempenho satisfatório e comece a trilhar a sua carreira na área de direito!


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