Plano de estudo personalizado para a OAB: vale a pena apostar?

Plano de estudo personalizado para a OAB: vale a pena apostar?

Ter um cronograma de estudos personalizado para a OAB é um excelente investimento e pode ser o diferencial para conquistar a tão sonhada aprovação na OAB.

Isso ocorre não só pelas características específicas dessa prova, mas principalmente pelas diferenças existentes entre os candidatos.

Ficou curioso? Então, continue a leitura e entenda por que você deve trilhar seu próprio caminho quando o assunto é passar de vez no Exame da Ordem!

Por que o modelo tradicional pode ser um problema?

O principal problema do modelo tradicional é a ideia de que todos os candidatos são iguais, ou seja, de dar tratamento uniforme aos postulantes à advocacia. É como se um médico fizesse seus diagnósticos em grupos de pessoas, em vez de ouvir e analisar os sintomas caso a caso.

A consequência desse plano de estudo é uma alocação inadequada de tempo, energia e dinheiro do estudante. Confira alguns pontos em que isso é mais sensível:

1. Nível de preparo

Ao observar as características dos candidatos da OAB, é fácil notar os diferentes níveis de preparação em cada uma das disciplinas. Um simples simulado indicaria que alguns estão melhores em “X”, e outros em “Y”.

Com efeito, quando todos os estudantes são submetidos ao mesmo plano de estudo, a tendência é que as pessoas deixem de lado matérias em que apresentam dificuldades e revejam pontos em que já são eficientes.

Imagine, por exemplo, que você tem 20 horas para estudar. Se você encontra dificuldades em Direito Civil e sabe tudo de Direito Penal, o melhor é focar naquela matéria e apenas revisar alguns desta última, não é mesmo?

Contudo, se um curso oferecer aulas padronizadas, a tendência é que cada matéria receba 10 horas de conteúdo. Logo, você continuará tão bom quanto sempre foi em Penal e terá apenas uma ligeira melhora em Civil, quando poderia, de fato, suprir essa deficiência.

Sendo assim, um simples ajuste para que o estudo se adapte às suas necessidades pode ser o diferencial para a aprovação.

2. Falta de flexibilidade

Um segundo ponto importante é o fato da vida dos candidatos não estar organizada de maneira uniforme. Alguns cursam o último ano de faculdade, outros trabalham e estudam e um terceiro grupo está 100% focado no Exame da Ordem, só para citar alguns exemplos.

Sendo assim, é evidente que um plano de estudo padronizado trará consequências indesejáveis.

Ora, aqueles com menos tempo disponível precisam focar em pontos mais essenciais, ao passo que os demais podem buscar acertos em matérias com uma chance menor de cair na prova. Logo, o tratamento igualitário, nesse caso, não é proveitoso para nenhum dos dois.

3. Ritmo de estudo

Para finalizar, é importante compreender também que as pessoas têm diferentes ritmos de estudo e aprendizado, seja em razão de um talento natural para certas matérias ou, até mesmo, da afinidade com o conteúdo.

Tal fato se reflete principalmente na concentração durante o estudo de cada disciplina. Quando assistimos uma aula que nos interessa naturalmente, mantemos o foco por mais tempo, ao passo que um assunto chato logo nos tira a atenção.

Por outro lado, é igualmente natural que o aprendizado seja mais rápido em algumas matérias do que em outras. Inclusive, todo mundo tem aquelas disciplinas em que se sente mais confiante.

Por isso, o plano de estudo precisa dar conta dessas diferenças e se ajustar ao ritmo de estudo para um melhor resultado em cada matéria.

Quais são as vantagens do estudo personalizado?

Ao contar com um plano de estudo personalizado, a tendência é que o candidato esteja em uma posição de vantagem em relação aos demais. Veja alguns benefícios desse modelo de preparação:

1. Aumentar o número de acertos

O Exame da Ordem mescla questões fáceis, médias e difíceis, distribuindo as perguntas em pequenos grupos para cada matéria.

Com efeito, aquele que já acertaria muitas questões de uma disciplina tem uma margem pequena de evolução, enquanto o estudante que avança em seus pontos fracos imediatamente adquire os pontos das questões mais simples.

Por exemplo, se o candidato “A” acertar 5 das questões de Direito Constitucional e 2 das de Direito Civil, o espaço para evolução na primeira matéria é de 2 pontos, ao passo que na segunda é de 5 pontos, considerando a média de 7 questões que caem na prova.

Sendo assim, a tendência é que um estudo personalizado torne o desempenho mais eficiente, dando uma quantidade segura de pontos em cada disciplina. Afinal, ele permite o foco justamente nos pontos de dificuldade em que existe maior espaço para o crescimento.

2. Evitar o retrabalho

Quando todos estudam de forma padronizada, inevitavelmente alguns membros do grupo repetirão tarefas, lendo ou assistindo aulas sobre o mesmo assunto diversas vezes.

Esse retrabalho é diferente de uma revisão de conteúdo eficiente, uma vez que as tarefas relacionadas a memorização partem de textos resumidos, em geral, anotações realizadas pelo aluno.

Por isso, personalizar o estudo significa abrir espaço para o aprendizado de novas matérias e evitar uma carga de trabalho pouco produtiva.

3. Tornar o desempenho mais uniforme

O Exame da Ordem exige um desempenho uniforme, ou seja, a capacidade de pontuar razoavelmente bem em muitas disciplinas.

Isso ocorre porque o número de questões por matéria é relativamente baixo: com exceção de Ética Profissional, nenhum assunto é cobrado em mais de 7 perguntas.

Logo, invariavelmente, o candidato tem de pontuar nas disciplinas em que ele tem dificuldades de compreensão.

Sendo assim, como esse é o foco do estudo personalizado, fica evidente a sua contribuição para realização de uma prova mais segura.

4. Estudar em horários mais flexíveis

Por fim, vale ressaltar a flexibilidade de um plano de estudo personalizado. Nele, a quantidade de tarefas realizadas pode ser compatibilizada com o tempo disponível em cada dia.

Isso permite que mesmo aqueles com dificuldades de conciliar o estudo com as tarefas cotidianas façam uma preparação adequada e aumentem suas chances de passar de vez no Exame da Ordem.

Como elaborar um plano de estudo personalizado?

Agora que você já entende a importância do plano de estudo personalizado, é hora de aprender algumas diretrizes para elaborar um projeto adequado as suas características. Confira:

1. Avalie seu nível de preparo atual

Antes de definir o que será estudado, você precisa ter uma ideia clara sobre quais são os seus pontos fortes e vulnerabilidades.

Para isso, além da autoavaliação, o ideal é realizar simulados de instituições de ensino reconhecidas e provas de exames anteriores.

Vale ressaltar que essa tarefa será mais fácil se você contar com o auxílio de um curso preparatório, uma vez que eles próprios desenvolvem ferramentas de avaliação de desempenho.

2. Defina objetivos e metas

Com uma boa avaliação em mãos, é hora de pensar o quanto será investido em cada matéria, ou seja, seus objetivos e metas.

Os objetivos dizem respeito aonde você quer chegar em relação a cada conteúdo, e as metas aos pequenos passos para atingir esse fim.

Nesse sentido, o ideal é contar com pequenas tarefas diárias, como ler um certo número de tópicos, assistir uma aula, realizar “X” exercícios etc.

3. Obtenha o material adequado

Com um mapa traçado, chega a hora de buscar um material de estudo que se ajuste aos objetivos propostos.

Nesse sentido, a opção por um curso preparatório deve privilegiar as instituições de ensino cuja estrutura permita o estudo personalizado.

Por exemplo, se as aulas online forem muito longas, você terá dificuldades em encontrar aquele ponto exato em que há dificuldades de entendimento.

Igualmente, os livros e resumos precisam indicar claramente os temas com ilustrações, índices numerados etc., — além, é claro, de serem objetivos na abordagem da matéria.

4. Distribua as tarefas

Por fim, você deve distribuir as tarefas (leituras, aulas, revisões, exercícios etc.) nos seus horários disponíveis. O que será mais simples em um curso preparatório online, em vez de outras opções com horários predeterminados.

De todo modo, é importante entender que essas dicas são apenas as linhas gerais de como elaborar um plano de estudo personalizado.

Para obter um modelo mais aprofundado e eficiente, faça o download do nosso kit Roteiro e Planejador de Estudos para OAB e fique mais próximo da sua conquista!

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Como passar na OAB? 5 estratégias para garantir a aprovação na OAB em 2018

Como passar na OAB? 5 estratégias para garantir a aprovação na OAB em 2018

Estudar para a OAB não é uma tarefa fácil. A matéria é grande, são muitas disciplinas e é difícil encontrar o foco e não perder o ânimo.

Nós, do Saraiva Aprova, conversamos diariamente com bacharéis e estudantes de direito que estão na luta pela carteira da OAB e vemos os erros que vários deles cometem no momento da preparação. Além disso, conhecemos de perto as estratégias usadas por quem foi por um bom caminho e garantiu a aprovação.

Mas não queremos guardar esse conhecimento todo pra gente! Queremos compartilhar com você cinco estratégias infalíveis para dar aquele gás e otimizar a rotina de estudos.

Originalmente, esse conteúdo foi transmitido ao vivo para milhares de pessoas que se inscreveram em nosso webinário. Se você não estava no ao vivo (e perdeu várias surpresas!) não se preocupe, compilamos o conteúdo neste post.

Pronto para conhecer as 5 dicas infalíveis (e ter ainda uma dica bônus) para passar na OAB em 2018? Então leia até o final 🙂

Dica 1: Aposte em materiais de qualidade, atualizados e especializados em OAB

Em um primeiro momento, você pode achar essa dica boba ou até óbvia, mas vamos te explicar porque ela é fundamental!

Você sabe muito bem que temos constantes atualizações, melhorias e mudanças na legislação brasileira. É um processo contínuo. Recentemente, por exemplo, tivemos a reforma trabalhista.

Imagine se você baixa um guia qualquer na internet, faz download de uma apostila de questões ou resumos sem conferir a procedência e, depois de algum tempo, percebe que o conteúdo não estava atualizado? Quanto tempo de estudo você perdeu com algo que foi jogado fora?

Aposte suas fichas em quem tem nome no mercado. Confira sempre de onde aquele material está vindo. É de alguma empresa/pessoa que tem confiança e credibilidade para falar daquele tema?

Não fazemos aqui uma crítica aos materiais gratuitos. Nós, do Saraiva Aprova, temos vários materiais gratuitos para OAB para download e fazemos questão de disponibilizar um conteúdo de excelência para qualquer pessoa que baixar nossos materiais. Tem muita coisa boa por aí. Mas certifique-se de conhecer a qualidade de quem preparou aquele conteúdo e esteja sempre atento à data de publicação.

Nesta dicas temos também outro ponto de atenção: hoje existem no mercado autores, editoras e plataformas que conhecem o estilo de prova da  OAB, estão no mercado há anos e sabem qual a melhor forma de passar determinado conhecimento.

Deixe de lado apostilas ou cadernos mais generalistas, eles não fazem mais sentido para o que estamos enfrentando com a prova da OAB. Você precisa ter ao seu lado um material específico para a OAB. Para garantir a aprovação e otimizar seus estudos, você precisa de um material pensado para a sua realidade, que fale especificamente em OAB.

O OAB Esquematizado, do professor Pedro Lenza, por exemplo, é um livro de resumos e questões 100% voltado para OAB. Ele tem as dicas que você precisa enquanto oabeiro.

Para resumir de forma bem lúdica o que falamos até agora, aqui vai um exemplo: pense você vai para as Olimpíadas de Tokyo competir na equipe de vôlei. Quem você chamaria para te treinar: um técnico, um preparador físico de judô, ou um de vôlei?

Obviamente você escolherá o treinador de vôlei. Isso porque ele conseguirá te treinar de forma específica, ele conhece a sua realidade e sabe as regras do jogo. Então se prepare para OAB com um material específico para OAB 🙂


Leia mais: Quais são os melhores livros para estudar para a OAB?


Dica 2: Treine treine e treine

Acabamos de dar o exemplo do atleta de vôlei. Guarde ele na cabeça, porque vamos usar ele muito por aqui.

O atleta que quer ser ser campeão nas Olimpíadas treina. Isso é óbvio para todo mundo, certo?

Porém, ele não treina de qualquer jeito. Ele precisa saber no que ele é bom e no que é ruim e precisa melhorar. Por exemplo: ele assiste a um vídeo de um jogo anterior e analisa: quantos saques eu acertei e errei? Quantas cortadas foram boas? Quantas defesas eu perdi?

Levando para o universo da OAB, você precisa saber no que é bom e no que é ruim para conseguir melhorar. Para isso existem os simulados para OAB (que você pode fazer de forma gratuita clicando aqui).

Aqui um ponto de atenção: você não deve fazer um simulado como se fosse apenas mais um exercício. Você faz o simulado como se fosse o dia da prova: separa 5 horas na agenda, deixa os lanchinhos do lado da mesa, faz a prova com muita seriedade e não para por nada (ou seja, nada de fazer simulado com TV ligada, com celular do lado).

Isso porque você precisa conhecer como é a sua reação na hora do jogo. Aprender a controlar o tempo de prova, a manter a cabeça concentrada durante longos períodos.

Após o simulado, você faz uma análise crítica, disciplina por disciplina e agrupa as matérias em dois grupos: satisfatórias e insatisfatórias. No primeiro estão aquelas que, no mínimo, você fez 50% de acertos. O resto, na segunda.

Isso já é um começo para ter um panorama geral do contexto que você se encontra.

Com estas informações, você saberá onde investir mais tempo estudando.

Depois de saber no que você é bom e no que você não é, é hora de treinar muito!

Faça muitos exercícios, o máximo que você puder (lembrando da dica 1: confira se eles estão atualizados). E o mais importante: veja a resolução para descobrir onde exatamente você errou.

Dica 3: Siga um cronograma rigoroso de estudos

É muito difícil estudar, ter a disciplina, se comprometer, e focar. Por isso, colocar metas e ter um cronograma diário de estudos é essencial para atingir seus objetivos.

Mas fazer o seu cronograma também não é uma tarefa fácil, por isso, aqui vão algumas dicas (você também pode se aprofundar sobre esse tema em nosso canal no YouTube, clicando aqui):

1) Faça o cronograma baseado na análise de resultados do seu simulado

As disciplinas com resultados insatisfatórios (aquelas que tiveram menos de 50% de acerto) devem ser priorizadas. Mas há ainda um detalhe dentro deste grupo: há diferentes perspectivas. Provavelmente, haverá disciplinas que nenhuma questão foi acertada e outras, “quase” estariam em outro grupo. Assim, dentro deste grupo, ainda é possível fazer uma escala: as disciplinas urgentíssimas e as urgentes.

2) Quantas horas estudar por dia para OAB?

A primeira coisa é saber que quantidade não é qualidade. Se você não consegue estudar durante 3, 4, 5 horas, aproveite o tempo que você tem e estude bem. Nosso cérebro fica cansado, então longas maratonas sem intervalos, não são o indicado.
Mas não existe um horário específico e padrão para todo mundo. Porém, uma coisa é certa: estudar menos de uma hora por dia não é o ideal. Uma hora passa muito rápido e será difícil acompanhar todas as matérias.

Se você não tem tempo, tem uma rotina apertada, estude um pouco mais no ônibus, durante os horários de almoço. Assista á uma aula curta, leia algum resumo, responda poucas questões sempre que puder. 

3) Evite começar a estudar quando você já está exausto

Nada de estudar antes de dormir, ou após a janta (vai falar que não dá aquela lombeira?). Estude por 50 minutos, por exemplo, e beba uma água, vá ao banheiro, e volte. Grife essa parte: volte! Nada de comer um biscoito durante 50 minutos, ou ver só um pedaçinho da novela. É intervalo curto, 3 minutinhos.

4) Estude mais de uma disciplina por dia

 Na OAB temos 17 disciplinas. Se você estuda uma por dia, você demora 17 dias para voltar na disciplina que você estudou. Isso é ruim para a memorização.

Se você estuda 2 disciplinas por dia, você estudará 14 por semana. Perceba que faltam 3 para a conta fechar. O que aconselhamos é deixar ECA, Código do Consumidor e Ética para estudar com uma frequência menor, preferencialmente nas últimas semanas antes da prova. Isso porque são disciplinas com uma matéria muito curtinha, simples e repetitiva. Com pouco tempo você consegue ficar craque.


Leia mais: Kit gratuito para montar um planejamento eficaz


Dica 4: Construa um ambiente de estudos tranquilo

Todos nós temos uma rotina apertada. Alguns moram com os pais, têm filhos pequenos, dividem apartamento com os amigos. Por isso, é compreensível que encontrar um momento de paz para estudar não seja uma tarefa fácil.

Porém, estudar em um ambiente calmo, bem iluminado, fresco, em uma cadeira confortável e sem distrações faz total diferença.

Quanto mais confortável e concentrando você estiver, mais você rende e aprende. Por isso, avise ao pessoal em casa, escolha um horário onde o movimento é mais tranquilo e esqueça seu celular. Deixe dentro do armário, para não sofrer tentação!

Se na sua casa for impossível, vá até uma biblioteca pública, para a casa de um amigo ou para faculdade. O importante é estar em um ambiente tranquilo e sem interrupções.

Dica 5: Resuma tudo!

Aposto que seu Vade Mecum e seus livros de direito são todos grifados, cheio de post-its e marcações, certo?

Mas apenas marcar as partes mais importantes não é o suficiente. Você precisa verificar, para além de exercícios, se determinado conteúdo foi fixado na sua cabeça. Para isso, nada melhor do que os resumos e esquemas.

Aqui vai um ponto de atenção: você deve fazer os resumos após terminar as leituras e exercícios, e não durante. Isso porque o resumo serve justamente para ver o que você aprendeu. Se você o faz enquanto lê, você não está avaliando se aquele conteúdo foi gravado por você.


Leia mais: 5 resumos com temas importantes para a 1ª fase da OAB


Dica EXTRA: Fortaleça seu psicológico e confie em você

É muito triste este fato, mas infelizmente todos os dias vemos pessoas desesperançosas, que não confiam em si mesmas, desmotivadas e sem nenhuma perspectiva.

Não seja essa pessoa. Você é inteligente, capaz e merecedor da carteira da OAB. Aja como tal! Nada de reclamar pelos cantos, inventar desculpas e murmurar.

Não existe competidor na OAB. Ninguém é melhor que você. Você não compete com ninguém. A aprovação na OAB Só depende de você. Do seu foco, da sua dedicação. Não existe milagre.  Você tem que acreditar que merece a carteirinha e que vai consegui-la.

O professor e coach do Saraiva Aprova, Marcelo Hugo, lançou um livro espetacular chamado O Poder da Aprovação. Nele o professor fala sobre os 4 momentos da preparação para OAB e como aliar pedagogia à psicologia e garantir a aprovação! Super recomendamos a leitura.

Esperamos que você tenha gostado das dicas e, principalmente, que você siga esses passos. Temos a certeza que a aprovação é certa: basta confiar em você mesmo e focar nos estudos.


Aprofunde sua leitura: As 18 estratégias infalíveis de estudos para a OAB.


E aí? Gostou de alguma dica? Já coloca alguma delas em prática?

Deixe a gente saber nos comentários 🙂

Direito do Trabalho: como estudar para a segunda fase da OAB?

Direito do Trabalho: como estudar para a segunda fase da OAB?

Existem muitos motivos para escolher o Direito do Trabalho como área jurídica para a prova da segunda fase da OAB. Por exemplo: a afinidade com a matéria, prática na área por estágio, menor número de peças possíveis etc.

Isso, entretanto, não significa que seja necessário menos estudo e dedicação. A prova de Direito do Trabalho é complexa, com muitas nuances que devem ser observadas, tanto no conteúdo quanto na forma.

Por isso, é muito importante aproveitar as dicas que daremos a seguir, sobre como estudar para a segunda fase da OAB em Direito do Trabalho. Confira!

Otimize a gestão de tempo

Esse é um conselho para qualquer prova da segunda fase da OAB. Tempo é um recurso escasso e precisa ser bem manejado, a fim de conseguir fazer a peça e as questões da melhor maneira possível.

O treino é essencial. Para isso, o ideal é fazer, pelo menos, 3 peças por dia, assim como responder questões discursivas de provas passadas, cronometrando o tempo e tentando melhorar a marca.

As técnicas de gestão de tempo para prova são diversas. É importante escolher aquela que sirva melhor para si. Separar um tempo máximo para cada questão, iniciar pelas mais fáceis, fazer primeiro a peça são alguns exemplos de estratégias de gestão de tempo que podem ser adotadas.

Esteja atualizado com as mudanças legislativas

Reforma Trabalhista foi aprovada no segundo semestre de 2017, assim como a nova lei da terceirização. Esses dois temas são controversos, fontes de muitas discussões e, portanto, usados em questões e peças.

As mudanças legislativas têm sido muito cobradas nas provas de Direito do Trabalho, assim como as discussões que as cercam. Para estudar para a segunda fase da OAB, o ideal é manter-se atualizado sobre as discussões mais atuais.

Conheça a jurisprudência

Além da legislação, é muito relevante, para a segunda fase da OAB em Direito do Trabalho, conhecer a jurisprudência do TST (Tribunal Superior do Trabalho), em especial os entendimentos sumulados e as OJ (Orientações Jurisprudenciais).

A CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) data da década de 40. Isso significa que, com o avançar do tempo e da tecnologia, muitos artigos tiveram sua interpretação alterada, expandida, restringida ou modificada.

As súmulas e as OJ caem com frequência nas provas e são muito usadas nas peças. Conhecê-las é primordial para obter sucesso na aprovação!

Diferencie as peças

Um dos principais motivos da escolha pela área de Direito do Trabalho é o número reduzido de peças. Isso não significa, no entanto, que sejam iguais.

Fazer a peça errada na prova é um erro fatal. Por isso, é importante saber identificar qual a peça que deverá realizar. Ou seja, é necessário ter extrema atenção aos comandos da peça, para identificar com exatidão o que está sendo pedido.

As principais peças do Direito do Trabalho são:

  • Reclamação Trabalhista
  • Contestação
  • Réplica
  • Embargos de Declaração
  • Recurso Ordinário
  • Contrarrazões ao Recurso Ordinário
  • Agravo de Instrumento
  • Recurso de Revista
  • Contrarrazões ao Recurso de Revista

Saiba os principais temas

Como dito, o Direito do Trabalho lida com diversos temas, alguns mais cobrados do que outros. Atualmente, está em grande destaque o tema da Reforma Trabalhista e da terceirização, que poderão ser abordados nas peças ou nas questões.

Além disso, existem diversos outros assuntos que são usualmente abordados e devem ser alvo de estudo intensivo.

Jornada de trabalho

O limite da jornada de trabalho tem, como regra, 8 horas diárias e 44 horas semanais, mas existem exceções para categorias específicas. Além disso, dentro dessa temática, cabe ainda os intervalos inter e intrajornada, as escalas de trabalho e as horas extras.

Relação de emprego

A configuração e o reconhecimento de vínculo empregatício, os requisitos para sua existência, a importância da assinatura da CTPS são algumas das questões mais comuns sobre relação de emprego. Esse é um assunto muito abordado nas provas da segunda fase de Direito do Trabalho.

Salário e remuneração

Outro tema muito comum é sobre o salário e também as demais remunerações que fazem parte do numerário. Deve-se ter especial atenção às parcelas acessórias, como FGTS, auxílios alimentação, adicionais de insalubridade, periculosidade, transferência etc.

Desvio e acúmulo de função

O desvio e acúmulo de função são dois assuntos cobrados com regularidade na segunda fase da OAB em Direito do Trabalho. Ocorrem quando um trabalhador é contratado para determinado cargo e acaba realizando outro ou mesmo acumulando trabalho de outra função.

Terceirização

Um dos temas de maior discussão e repercussão da atualidade, é comum que a terceirização seja cobrada no Exame da Ordem tanto nas questões quanto nas peças. Por esse motivo, acompanhar as recentes modificações e entendimentos é de extrema importância para os candidatos.

Escreva corretamente

Claro que escrever corretamente é importante para qualquer prova, mas, considerando as provas da OAB, é mais que fundamental. Isso acontece porque não basta usar correta e claramente a língua portuguesa, mas também dominar o vocabulário jurídico, termos técnicos e nomenclatura adequada.

Isso inclui a titulação das peças e das categorias, e também a não utilização de abreviações ou nomes informais. A escrita correta — mais que ortográfica, morfológica e sintática — é técnica e precisa.

Verifique os detalhes

Por fim, é imprescindível ter atenção especial aos detalhes e aos comandos da prova. Isso inclui citar corretamente os dispositivos legais, súmulas e OJ, ter certeza da fundamentação utilizada, desenvolver o raciocínio de forma lógica e ter cuidado com o posicionamento adotado.

Também deve-se atentar a não assinar ou se identificar na peça, utilizar a estrutura formal na confecção desta, tomar cuidado com o endereçamento, qualificação e pressupostos.

Para tudo isso, é preciso treino e aprendizado durante os estudos. Cabe ao candidato tomar as precauções necessárias para conseguir realizar a prova dentro do tempo hábil e não errar coisas simples. Lembrando que, para as provas da OAB, cada décimo conta muito.

Existem muitas maneiras de estudar para a segunda fase da OAB em Direito do Trabalho. O ideal é encontrar a fórmula que funcione para si mesmo, utilizá-la com disciplina e perseverança. O sucesso e a conquista estão logo ali.

Se você precisa de mais ajuda sobre como estudar para a segunda fase da OAB, baixe nosso Raio-X da segunda fase! Nele você vai encontrar quais são as peças mais cobradas para saber como priorizar nos estudos.

Eu não passei na OAB. O que devo fazer?

Você já deve ter lido ou escutado muitos incentivos para não deixar de acreditar no sonho da aprovação no Exame da OAB, especialmente depois de uma reprovação. É comum a tentativa de melhorar o ânimo do próximo quando este acabou de passar por um fracasso, seja profissional ou na vida. Frases inspiradoras surgem quase que automaticamente, como a publicidade nos “descobre” logo depois de examinar um determinado produto: só ele vai aparecer por um bom período em nosso campo de visão.

Será que alguém está também observando nossos fracassos? Claro que sim! O pior desta exposição não são os conselhos inúteis, mas o certo “conforto” que outros que estão na mesma situação tentam passar. De algum modo, se não consegui, é “melhor” que outro também não consiga para eu não ser o único fracassado. Não é assim que funciona? Esconder os erros ou querer dividir com outros é tentar evitar uma etapa importante do processo de superação, qual seja, a autoavaliação. Sem encontrar as razões corretas de uma reprovação é ignorar que logo ali ela poderá se repetir.

Portanto, tudo é um grande aprendizado. Muitas pessoas me perguntam se há um “lado positivo” de uma reprovação. A resposta é sempre sim! Não tenho dúvidas sobre isso, porque o tempo acaba ensinando “à força” as lições que deveriam ter sido compreendidas ao tempo da derrota. Não que a prova da OAB (ou qualquer outro desafio) precise se tornar um obstáculo eterno para ensinar algo a alguém, o fato é que a urgência é relativa, o que pode ser urgente para um, pode ter outro valor para aquele que desiste logo na primeira frustração.

Você somente será aprovado se já resolveu suas “pendências” com a reprovação anterior (ou anteriores), caso contrário, o Universo vai lhe devolver, novamente, mais uma chance de superação pessoal, porque ao final o objetivo não é “passar ou não passar”, mas sim, de conquistar a si mesmo. O Exame de Ordem é apenas uma prova na sua vida, pois não tenho dúvidas que você já enfrentou muitas delas até este momento e que perderam importância com o tempo, mas o que ficou é o “acumulável”, ou seja, a formação da capacidade de enfrentar desafios e superá-los mesmo depois de diversas derrotas.

Portanto, a próxima prova do domingo deve ser encarada como mais uma e não a última refeição antes de passar pelo corredor da morte. Alivie a sua própria pressão, porque imagino que muitos outros já estejam pressionando pela aprovação. Então, para que piorar? Na hora da prova, o que você estudou precisa estar contigo; o que não estudou, deixe que a sorte faça o seu serviço. Criar preocupações ou gerar uma ansiedade difícil de controlar farão que os seus estudos se escondam de você quando mais precisar deles. Blinde a sua mente com pensamentos positivos, descarregando suas crenças limitantes.

Por fim, as portas existem para serem abertas ou permanecerem trancadas. Se a porta do Exame da OAB continua trancada para você, provavelmente, você não avaliou a chave que está nas suas mãos ou não encontrou ela ainda ou mesmo está tentando abrir a porta errada. Ela pode ser aberta na força? Acredito que sim, mas leva mais tempo de qualquer outra alternativa anterior. A escolha é sua!

11 dicas para passar na OAB de primeira!

Muitos estudantes de Direito se questionam se é possível, ou não, passar na OAB de primeira. Os índices de reprovação no exame são tão altos que alguns candidatos já vão para a prova esperando pelo pior.

Essa pressão psicológica, somada à falta de preparação de muitos estudantes, acaba sendo um empecilho ao sucesso. Mas é possível, sim, ser aprovado logo na primeira tentativa. Obviamente, esse é um desafio que requer muita disciplina e dedicação.

Para ajudar você nessa fase, elaboramos algumas dicas e estratégias para obter bons rendimentos nos estudos e alcançar a aprovação o quanto antes. Acompanhe!

1. Estude além da faculdade

Muitos estudantes de Direito acham que o conhecimento adquirido ao longo do curso é o suficiente para ser aprovado na OAB, mas não é!

Hoje em dia, o Brasil possui centenas de faculdades de Direito — e muitas delas sequer possuem o selo de qualidade da OAB. É evidente que muitos desses cursos não são capazes de preparar seus alunos e alunas de forma eficaz para o exame.

Contar apenas com o aprendizado da faculdade não é uma opção para quem deseja a aprovação na OAB de primeira. É preciso buscar outras formas de se preparar e implementar seus estudos.

2. Conheça seus pontos fortes e fracos

É normal que cada estudante tenha mais facilidade em uma disciplina do que em outra. Quem, afinal, não elege suas matérias favoritas? O que muitas pessoas não sabem, porém, é como usar isso a seu favor nos estudos.

Ao ter plena consciência dos seus pontos fortes e fracos, você pode reforçar os temas mais difíceis e revisar os mais fáceis. Não comece a estudar pelas suas matérias favoritas, pois você deve aproveitar o momento em que seu cérebro está mais descansado para estudar os temas que você menos gosta.

Com uma boa estratégia, é possível obter bons resultados em todas as disciplinas cobradas na OAB, inclusive nas mais difíceis.

3. Pratique com exercícios e simulados

Estudar por meio de apostilas, livros e aulas é muito importante. Porém, muitas pessoas se esquecem de colocar todo o conhecimento aprendido em prática.

Os exercícios servem como um medidor do aprendizado: seus estudos devem ser guiados de acordo com o seu desempenho. Além disso, a prática é o melhor método de fixação de conteúdo e permite que o candidato se acostume com o estilo das questões, inclusive em relação às matérias mais ou menos cobradas.

Para conseguir a aprovação na OAB de primeira, é preciso praticar desde cedo. Portanto, não deixe para fazer exercícios e simulados apenas na última hora.

4. Crie um bom cronograma de estudos

Não adianta nada seguir os últimos passos mencionados se você não souber como se organizar.

Por esse motivo, o cronograma de estudos é essencial para obter o máximo de desempenho nos estudos. É preciso planejar seus horários, dividir as matérias a serem estudadas e estipular um momento fixo para resolver exercícios.

Se você não se organizar, a procrastinação tomará conta do seu tempo e seus estudos serão muito menos produtivos.

5. Saiba a hora de descansar

Esqueça a ideia de que a receita para o sucesso é estudar até ficar esgotado!

Uma boa rotina de estudos não deve ignorar os momentos de descanso, muito menos ocupar suas horas de sono. São nessas horas que seu cérebro consegue assimilar tudo que foi estudado e memorizar as matérias.

Não se esqueça de encaixar momentos de descanso e diversão no seu cronograma de estudos. Uma mente cansada é extremamente prejudicial a quem busca a aprovação na OAB.

6. Invista em um bom curso preparatório

Conseguir ser aprovado de primeira sem qualquer tipo de ajuda não é impossível. Mas também não vamos mentir: é muito difícil!

Por mais que você seja uma pessoa dedicada aos estudos, não deixe de fazer um curso preparatório. Contar com a ajuda professores especializados e um ensino focado no Exame da Ordem pode ser o diferencial para sua aprovação.

O Saraiva Aprova, por exemplo, possui uma metodologia de ensino que leva em consideração as peculiaridades de cada candidato, sabendo a melhor forma de prepará-lo para conseguir a aprovação na OAB de primeira!

Além disso, a facilidade de poder assistir às aulas online é mais um ponto positivo para quem precisa poupar tempo para estudar.

7. Mantenha a calma

Um dos maiores inimigos de quem se prepara para a OAB é a ansiedade. E todo nós sabemos o quanto é difícil controlar o desespero que domina os estudantes de Direito nas vésperas da prova, mas é preciso manter a calma acima de tudo.

A ansiedade atrasa os estudos e não ajuda em nada. Esqueça, por um segundo, as cobranças e a pressão para poder ser aprovado na OAB de primeira. Se você conseguir parar de pensar nisso, vai conseguir fazer a prova com muito mais calma e atenção.

8. Escolha bem seus materiais de estudo

Todo mundo que estuda Direito sabe o quanto são caros os livros e apostilas de estudo. Por isso, é preciso saber escolher muito bem quais materiais você vai usar para estudar.

Pesquise por um Vade Mecum atualizado e bem-dividido. Invista também em uma apostila de exercícios comentados, pois essa será sua maior aliada na hora de resolver exercícios.

Em relação às doutrinas, cabe a você decidir estudar por livros de autores consagrados ou resumos organizados por boas editoras. Se o tempo for curto, vale mais a pena apostar nos resumos.

Por fim, não se esqueça de poupar dinheiro para a inscrição da OAB, que também não é muito barata.

9. Conheça a estrutura da prova

Um erro comum cometido por candidatos que fazem o exame pela primeira vez é não dar a devida atenção ao edital. Esse documento possui as principais informações sobre a prova, e sua leitura é imprescindível.

Se você deseja ser aprovado na OAB de primeira, preste muita atenção no edital e analise as provas anteriores para se acostumar não só com a estrutura mas também com os padrões da FGV.

10. Revise o conteúdo estudado

Nas vésperas da prova, é inútil ficar tentando estudar por doutrinas, pois seu cérebro estará muito agitado, beirando a exaustão.

Aproveite esse momento final apenas para revisar as matérias estudadas. Por isso, é importante fazer resumos e anotações ao longo do seu estudo. Eles serão extremamente úteis para relembrar os pontos mais importantes de tudo que foi estudado.

11. Não se esqueça da 2ª etapa

Se você conseguiu a aprovação na 1ª fase da OAB: meus parabéns! Mas ainda não é hora de descansar.

Muitos estudantes se empolgam com a aprovação e acabam se esquecendo de estudar com o mesmo ritmo para a 2ª etapa. Resultado: acabam sendo reprovados por bobeira.

O estudo para a prova discursiva é um pouco mais simples do que para a prova objetiva, pois você terá que estudar apenas a disciplina de sua escolha. Porém, ainda assim, é preciso treinar bastante. Para isso, pratique a peça processual e domine o conteúdo para garantir sua aprovação.

Não permita que a pressão ou cobrança excessiva de familiares, amigos e professores atrapalhe seus estudos. Com muita disciplina e dedicação, sua aprovação na OAB de primeira estará garantida! Isso depende apenas de você — e de ninguém mais!

Agora que você já sabe essas dicas, aproveite para conhecer o Saraiva Aprova! Nós temos o compromisso de oferecer o melhor conteúdo online para a OAB, levando em conta as dificuldades e peculiaridades de cada aluno. Garanta já sua aprovação na 1ª fase, ou tenha o dinheiro de volta!

10 dicas para se dar bem nas questões objetivas da OAB

A primeira fase do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) exige que os candidatos estejam muito bem preparados para obter um excelente desempenho. Isso porque o conteúdo abrange 17 matérias relacionadas com diversos segmentos do direito. Sem dúvida, é um grande desafio acertar a maioria das 80 questões objetivas da OAB.

O desafio é tamanho que menos de 15% dos candidatos ao exame da Ordem conseguem a sonhada carteirinha vermelha.

É praticamente impossível ter o domínio absoluto de todas as disciplinas que fazem parte do exame. Por isso, o candidato deve ter uma preparação voltada para resolver a prova de múltipla escolha de maneira simples e prática, buscando diminuir os erros cometidos por falta de atenção.

Claro, você deve investir todo o seu tempo até o exame da OAB para ampliar os seus conhecimentos em direito, sobretudo naquelas matérias que são mais recorrentes na prova. Mas existem algumas técnicas para acertar uma questão objetiva da OAB, mesmo sem ter conhecimento pleno do conteúdo abordado.

Pensando nisso, vamos apresentar neste post 10 dicas para você conseguir uma ótima performance na primeira fase da OAB, ainda que não domine todo o conteúdo. Confira!

1. Faça uma leitura atenta dos enunciados das questões objetivas da OAB

Antes de responder a uma questão, procure fazer uma leitura completa do conteúdo. Assim, você tem mais condições de compreender o que está sendo exigido, e dificilmente vai cair nas famosas pegadinhas.

O examinador não vai elaborar um teste somente com questões fáceis. Por esse motivo, para ser aprovado no exame da Ordem dos Advogados do Brasil, a leitura dos enunciados e a capacidade de interpretá-los ajudam a encontrar a resposta certa.

A leitura do enunciado esclarece pontos como o embasamento do examinador para elaborar a questão. Como você sabe, em direito são comuns as controvérsias entre a lei, a jurisprudência — decisões reiteradas dos tribunais em um mesmo sentido — e a doutrina, os estudos acadêmicos sobre direito.

A depender da fonte utilizada pela FGV, uma mesma questão da OAB pode ter respostas diferentes. Isso pode até ensejar um recurso, mas, se a questão estiver correta de acordo com qualquer uma dessas fontes, dificilmente a FGV a anulará.

Em todo caso, o melhor é ler atentamente o enunciado para responder à prova da OAB conforme o gabarito.

2. Elimine as alternativas absurdas

Em geral, as provas da OAB são compostas por questões com quatro alternativas de resposta, e a sua leitura atenta facilita bastante identificar as proposições com conteúdo absurdo.

Se o candidato identificar itens incorretos com facilidade, ele tem mais chances de acertar as questões, o que aumenta a confiança e as possibilidades de obter a aprovação.

Pense bem, cada questão objetiva da OAB possui quatro alternativas. Se você chutar cegamente sem ao menos ler o enunciado, terá 25% de chances de acerto. Caso você leia a prova e encontre duas alternativas explicitamente inconstitucionais em desacordo com princípios básicos do direito, a sua chance de acerto sobe para 50%.

Não se engane, você encontrará algumas alternativas absurdas com informações como “no Brasil é admitida a tortura, desde que…” ou “não é admitido tribunal de exceção, exceto…”.

3. Circule o que é pedido pelo comando da questão

Por causa da ansiedade, é comum um candidato marcar o primeiro item considerado certo/verdadeiro numa questão. Em alguns casos, essa ação pode levar a um erro primário porque, dependendo do estilo do exame, pode ser pedido para escolher a alternativa errada/falsa.

Para evitar problemas, circule o que o examinador deseja como resposta. Dessa maneira, você sabe o que deve ser marcado na questão, prestando mais atenção na hora de resolvê-la.

Essa marcação vai ajudar a ganhar mais agilidade no momento de revisar as questões antes da transcrição para o gabarito, pois basta ler a palavra circulada e a alternativa assinalada.

4. Tome cuidado com as generalizações

No direito, as generalizações são muito perigosas. Normalmente, as expressões “sempre”, “todos”, “nunca” e “jamais” fazem parte de uma alternativa incorreta.

Mesmo assim, é preciso tomar cuidado com o enunciado, porque o examinador gosta de surpreender os candidatos. Não se esqueça de que errar uma questão fácil pode dificultar o caminho para a aprovação.

Uma pegadinha recorrente no mundo dos concursos é a proibição da pena de morte. Questões como “não é permitida em nenhum caso a pena de morte no Brasil” reduzem a pontuação de diversos candidatos, todos os anos. Afinal, apesar de ser uma exceção, a Constituição Federal admite a condenação à morte nos casos de guerra declarada.

5. Preste atenção à alternativa com o maior texto

Para evitar ao máximo os problemas com recursos nas questões, a banca examinadora escolhe como resposta certa aquela que apresenta um conteúdo mais extenso e completo. A medida é considerada necessária para não haver erros em relação ao gabarito.

Qualquer detalhe esquecido pode ser usado pelos candidatos para pedir a anulação de uma questão, o que é ruim para a banca examinadora. Porém, o ideal é sempre ler os itens com bastante atenção e analisar cada alternativa com muito cuidado.

Afinal, questões muito extensas costumam conter várias sentenças contidas na mesma alternativa. Se apenas uma dessas sentenças estiver incorreta, toda a alternativa estará incorreta.

6. Comece pelas questões mais fáceis

De acordo com vários professores e advogados, não é bom para o candidato perder muito tempo da prova tentando resolver as questões difíceis. Para terminar o teste com mais facilidade e em tempo menor, a recomendação é ter o foco direcionado para as assertivas mais simples.

Essa iniciativa ajuda a administrar o tempo e aumenta a confiança, principalmente quando o inscrito domina a maioria das questões. Com a mente mais descansada, é bem menor a chance de cometer um erro por falta de atenção.

Nessa mesma linha, é até melhor que você inicie a prova da OAB pelas matérias nas quais tem mais facilidade. Após acertar 90% das prova de ética, matéria na qual você sempre foi o melhor da turma, estará mais confiante para a complexidade da parte de processo civil.

7. Responda às questões complexas com tranquilidade

Se você encontrar uma questão difícil e quiser resolvê-la sem analisar o restante da prova, jamais faça esse tipo de procedimento! Além de perder tempo, poderá ficar mais nervoso e desconcentrado, o que pode afetar o seu desempenho.

​As questões mais complicadas podem ser feitas no final do exame, e o candidato precisa administrar muito bem o tempo para responder a todos os itens do teste. Normalmente, os inscritos têm 3 minutos e 30 segundos para resolver cada enunciado.

Também é preciso ter muito cuidado com o cartão de resposta. O ideal é reservar 10 a 15 minutos para preenchê-lo. Com certeza, é muito frustrante para um candidato errar uma questão porque assinalou por engano outra resposta no cartão.

8. Evite deixar questões sem resposta

Com exceção das provas em que um erro anula uma resposta certa, o que não ocorre na objetiva da OAB,  o candidato deve arriscar uma alternativa quando tiver dúvida em relação ao gabarito. Nos exames com quatro alternativas, a chance de acertar é de 25%.

Dependendo da situação, a possibilidade de acerto pode ser até de 50%. Por exemplo, em uma questão com quatro opções de resposta, duas delas podem ser descartadas facilmente pelo candidato devido ao conhecimento do conteúdo.

Em algumas questões, é possível que duas alternativas tenham conteúdos totalmente opostos. Nesse caso, o melhor é escolher um desses itens se estiver com dúvida em relação à resposta. Contudo, nunca deixa uma questão sem resposta!

Nessa hora, lembre-se bem do segundo título deste artigo, pois eliminar as alternativas absurdas é a melhor maneira de garantir maior probabilidade de acerto.

9. Mantenha a calma e faça pequenas pausas durante a prova da OAB

Como diz um antigo ditado popular, a pressa é inimiga da perfeição. Portanto, procure manter a tranquilidade durante o exame e não ficar nervoso ao resolver questões com alto grau de dificuldade.

Ao se sentir fatigado, peça para ir ao banheiro ou beber água. Esse pequeno intervalo ajuda a recuperar as energias e a descansar a mente. Assim, você não vai perder a concentração nem ter o risco de enfrentar os temidos “apagões” na hora do exame.

Ainda nesse ponto, toda a rotina pré-prova é fundamental para garantir a calma e a concentração durante o exame da OAB. Faça exercícios físicos, mantenha uma alimentação balanceada, cuide do seu sistema imunológico para não ficar doente próximo da prova e durma bem.

No dia do exame, procure chegar cedo ao local. O medo de perder o horário da prova da OAB não vai deixá-lo no melhor clima para solucionar as questões.

Por fim, mas muito importante para manter a calma durante o exame: você precisa simular as condições da OAB quantas vezes puder antes da prova. Faça simulados e controle o tempo. Após passar várias horas sentado resolvendo questões com esforço mental intenso, o seu corpo estará mais adaptado para as condições da prova da OAB.

10. Mantenha-se atualizado com a legislação e a jurisprudência

prova da OAB exige que os candidatos estejam atualizados. Logo, para não errar questões por falta de conhecimento da legislação em vigor, o indicado é estudar as súmulas vinculantes do Supremo Tribunal Federal (STF) e as súmulas do Superior Tribunal de Justiça (STJ), além do entendimento dos demais tribunais superiores.

A questão abaixo evidencia a importância do entendimento jurisprudencial para o exame da Ordem.

Solange é comissária de bordo em uma grande empresa de transporte aéreo e ajuizou reclamação trabalhista postulando adicional de periculosidade, alegando que permanecia em área de risco durante o abastecimento das aeronaves porque ele era feito com a tripulação a bordo. Iracema, vizinha de Solange, trabalha em uma unidade fabril recebendo adicional de insalubridade, mas, após cinco anos, sua atividade foi retirada da lista de atividades insalubres por ato da autoridade competente. Sobre as duas situações, segundo a norma de regência e o entendimento consolidado do TST, assinale a afirmativa correta.

A) Solange não tem direito ao adicional de periculosidade e Iracema perderá o direito ao adicional de insalubridade.

B) Solange tem direito ao adicional de periculosidade e Iracema manterá o adicional de insalubridade por ter direito adquirido.

C) Solange não tem direito ao adicional de periculosidade e Iracema manterá o direito ao adicional de insalubridade.

D) Solange tem direito ao adicional de periculosidade e Iracema perderá o direito ao adicional de insalubridade.

Ambas as personagens têm a concessão e a perda do benefício com base em súmulas do Tribunal Superior do Trabalho. Para Solange, vale o entendimento da Súmula 447, que determina: “Os tripulantes e demais empregados em serviços auxiliares de transporte aéreo que, no momento do abastecimento da aeronave, permanecem a bordo não têm direito ao adicional de periculosidade.”

Já a Iracema se aplica a Súmula 248: “A reclassificação ou a descaracterização da insalubridade, por ato da autoridade competente, repercute na satisfação do respectivo adicional, sem ofensa a direito adquirido ou ao princípio da irredutibilidade salarial.”

É recomendado, também, ficar atento às novidades das matérias exigidas no exame. Com certeza, uma boa preparação contribui bastante para acertar as questões objetivas do exame da Ordem.

Antes de encerrar o nosso artigo, vamos a uma breve checklist para ter certeza de que você entendeu o que é preciso para gabaritar a maioria das questões objetivas da OAB:

  • faça a leitura atenta dos enunciados de todas as questões objetivas;
  • elimine todas as alternativas absurdas;
  • circule o que é pedido no comando da questão;
  • tome cuidado com as generalizações — palavras como todoqualquer e nunca são perigosas;
  • fique atento às alternativas com maior texto, normalmente é a correta;
  • comece a prova da OAB pelas questões mais fáceis;
  • invista o seu tempo nas questões complexas ao fim da prova;
  • evite questões sem resposta;
  • mantenha a calma durante o exame da OAB e faça pausas;
  • esteja atento às mudanças na lei e jurisprudências.

Agora, que você já entendeu o que é preciso para mandar bem nas questões da Fundação Getúlio Vargas, é hora de validar o que aprendeu. Grave bem as dicas e aplique os seus novos conhecimentos às questões objetivas da OAB em nosso simulado on-line e gratuito. Depois, deixe lá nos comentários se este artigo ajudou.

Aprenda a memorizar leis que vão te ajudar na prova da OAB

Todo estudante de Direito sabe a importância de realmente entender a matéria estudada e desenvolver um raciocínio jurídico. Entretanto, há algumas situações em que uma “decoreba” básica é necessária. O Exame da Ordem da OAB é uma delas: em muitas questões, o examinador costuma cobrar a literalidade da lei, motivo pelo qual o candidato deve tê-la bem memorizada para conseguir uma boa pontuação.

Mas como decorar tantas leis diferentes?

A tarefa pode parecer quase impossível, mas fique calmo! Usando algumas técnicas, fica até fácil memorizar leis. Quer conhecer quais são elas? Confira neste post!

1. Faça mapas mentais

Os mapas mentais são uma espécie de “esquema” que ajuda a memorizar o conteúdo.

Ele funciona da seguinte maneira: no centro de uma folha, escreva o nome do tema escolhido. A partir do assunto que você escreveu, vá criando diversas ramificações com as palavras-chave relacionadas, ou seja, termos que vão ajudar a aprofundar a matéria e explicá-la melhor.

Imagine o exemplo dos Princípios Constitucionais da Administração Pública. Esse será o tema central, de onde sairão cinco ramificações: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

Você pode ir expandindo o seu mapa mental, criando mais desdobramentos para cada ramificação. Com um mapa completo, você terá um ótimo material de revisão que te ajudará a fixar os pontos mais importantes de cada lei.

2. Cante

Já ouviu aquele ditado: “quem canta seus males espanta”? No caso da prova da OAB, o mal é o famoso “branco”, e você também pode espantá-lo cantando!

Experimente transformar o conteúdo de uma lei em música, utilizando o seu ritmo preferido. É claro que não precisa introduzir todos os artigos em uma letra, já que ela ficaria enorme. Basta criar uma letra com os pontos mais importantes e você vai ver como fica muito mais fácil decorá-la!

3. Elabore flash cards

Uma das técnicas mais clássicas de memorização é a elaboração de flash cards — que são pequenos cartões que ajudam a decorar o conteúdo.

Você pode utilizá-los de várias formas. Uma delas é escrever uma pergunta curta sobre a lei estudada de um lado de um cartão. No verso, escreva a resposta. Faça vários desses cartões e utilize-os depois para revisar a matéria: você deve ler a pergunta, tentar respondê-la sozinho e depois conferir se a sua resposta bate com a do verso.

Outra maneira de utilizá-los é escrever palavras-chave da matéria na frente do cartão e, no verso, uma breve explicação sobre a matéria. Depois, veja se consegue lembrar do conteúdo da lei apenas lendo as palavras-chave!

4. Faça resumos à mão

Muitos candidatos à prova da OAB fazem os seus resumos no computador. Entretanto, estudos mostram que escrever à mão tem um resultado melhor quanto à compreensão e memorização do assunto.

Por isso, é interessante utilizar essa tática para memorizar leis para a prova da OAB. Faça os seus resumos à mão, abusando das canetas coloridas e marca-textos — eles ajudam a criar a memória visual, que pode ser bastante útil na hora da prova.

5. Dê aulas

Você pode estar se perguntando: mas como vou dar aulas sobre uma lei que ainda estou tentando entender?

Você não precisa se preocupar com isso! Dar aulas é uma forma de te forçar a refletir e compreender o que foi lido e, depois, passar tudo para as suas próprias palavras. Todo esse processo ajuda a criar a memória de longo prazo.

Por isso, convoque seus familiares ou colegas para uma rápida aula particular. No final, você ainda pode identificar se entendeu bem a lei ou se alguns pontos ainda precisam de reforço.

6. Grave o conteúdo em áudio

Outra ótima maneira de memorizar uma lei é gravar o seu conteúdo em áudio.

É possível achar legislação em áudio na internet; contudo, é recomendável que você grave com a sua própria voz. Dessa forma, ao repetir a lei em voz alta, você já deu início ao processo de memorização — que terá continuidade nas próximas vezes que você ouvir o áudio.

O legal é que, depois que a gravação estiver pronta, você pode ouvi-la em qualquer lugar e maximizar o seu tempo de estudos!

7. Faça simulados

Fazer simulados força o seu cérebro a retomar o conteúdo estudado, o que também ajuda a criar a memória de longo prazo. Como na prova da OAB é preciso memorizar várias leis, essa é uma ótima maneira de evitar o famoso “branco na hora da prova”.

Além de ajudar a decorar o conteúdo, essa técnica tem outro benefício: como é bastante normal que questões sejam repetidas, você consegue se familiarizar com as leis mais cobradas e estudá-las com antecedência!

8. Crie histórias absurdas

De que você se lembra com mais detalhes: o prato que você comeu há duas semanas ou aquele dia em que topou com um inseto na sua comida? As coisas que saem um pouco da normalidade são mais fáceis de serem lembradas, e, por isso, criar histórias absurdas pode te ajudar a memorizar leis para a prova da OAB.

Para colocar essa técnica em prática, basta identificar as palavras-chave do assunto a ser memorizado e, com elas, elaborar uma narrativa bem absurda. Você vai ver como vai ser fácil lembrar da história maluca — e, consequentemente, da matéria — na hora da prova!

9. Invente siglas

É muito mais fácil lembrar-se de uma sigla curta do que de um grupo de palavras, não é? Por isso, você pode criar siglas quando for necessário memorizar algumas palavras-chave. Ainda no exemplo dos Princípios da Administração Pública (que usamos na primeira dica) você pode criar a sigla LIMPE, formada com a primeira letra de cada um deles.

O melhor é que, mesmo que você não se lembre de todas as palavras que compõem a sigla imediatamente, fica mais fácil deduzi-las sabendo pelo menos a sua primeira letra!

10. Faça associações

Em algumas leis, é preciso memorizar números ou detalhes muito específicos. Nesses casos, é impossível escapar de uma “decoreba” básica, certo? Fazer associações é uma excelente maneira de se lembrar dessas pequenas particularidades.

Um exemplo: o STJ tem 33 ministros. 33 também é a idade de Cristo. Assim, você pode associar o “J” de STJ com Jesus e se lembrar da sua idade. Fácil, não?

11. Descanse

A última dica (mas não menos importante) é: descanse!

Depois de um certo tempo de estudo, o nosso cérebro não consegue mais armazenar novas informações. Por isso, não adianta nada estudar por horas seguidas: é indispensável fazer pausas periódicas para ajudar na memorização da matéria!

Nunca é demais lembrar que apenas a “decoreba” não será o suficiente para garantir a sua aprovação no Exame da Ordem! Apesar de ser necessária em alguns casos, é essencial combiná-la com uma boa base de estudos, disponível em diversas plataformas.

Se você curtiu as nossas dicas, compartilhe este post com os seus amigos nas redes sociais e ajude-os a aprimorar suas técnicas de estudo!

Quais são os melhores livros para estudar para a OAB?

Quais são os melhores livros para estudar para a OAB?

Passar no Exame da Ordem geralmente significa ter muita dedicação, abdicar de tempo livre para focar nos estudos, contar com uma boa didática e, especialmente, com os materiais corretos.

Livros atualizados são obrigatórios para quem quer fazer uma boa prova e satisfazer todos os requisitos do edital do exame. Porém, para além das últimas edições, você conhece os melhores livros para estudar para a OAB?

Se você não sabe ou ainda não tem certeza de que materiais utilizar para garantir sua aprovação, então este post é para você!

Conheça agora os principais títulos para obter sucesso e passar de vez na OAB!

Os melhores livros para estudar para a primeira fase da OAB

primeira fase do Exame de Ordem exige que o candidato demonstre domínio das matérias que estudou durante o curso, sem muitos conhecimentos aprofundados. Para se preparar para essa fase, vale apostar em livros com conteúdo revisional, bem como livros com questões (de preferência comentadas) de exames passados.

Conheça os 3 principais títulos que podem fazer diferença para a aprovação na primeira fase do certame:

1. Vade Mecum Saraiva (OAB e Concursos)

É de conhecimento geral que o Vade Mecum da Editora Saraiva costuma ser o que melhor atende às necessidades dos examinandos por ser fácil de manipular, contar com índice remissivo completo, guia de manipulação rápida, regimento dos Tribunais Superiores (STJ e STF) e mapa de legislação.

O livro será importante tanto para primeira quanto para a segunda fase da prova. E criar uma afinidade com o material fará com que você possa manipulá-lo com mais agilidade, ganhando um tempo verdadeiramente necessário para desenvolver melhor seu raciocínio e elaborar respostas completas para as questões discursivas.

Não se esqueça de sempre comprar a última edição disponível no mercado do Vade Mecum, bem como acompanhar atualizações que possam ser disponibilizadas online pela própria editora.

2. Exame da OAB Unificado – 1ª fase

Redigido por grandes juristas e coordenado por Ana Flávia Messa e Ricardo Andreucci, o livro Exame da OAB Unificado – 1ª fase conta com a aprovação de estudantes e tem sido de grande valia para que os examinandos garantam sua aprovação.

Cada capítulo reúne uma análise cuidadosa de cada matéria cobrada no certame, destacando novidades legislativas e conferindo especial atenção ao Novo Código de Processo Civil e a Lei nº 13.256 de 2016.

3. OAB Esquematizado – 1ª Fase

Criado com exclusividade para quem pretende prestar o Exame da Ordem, o livro OAB Esquematizado tem mais de mil páginas e foi coordenado pelo professor Pedro Lenza, autor e professor reconhecido em todo país.

O material conta com questões resolvidas e comentadas de todas as matérias cobradas nos últimos exames aplicados, além de ter um projeto gráfico voltado para uma fácil memorização dos conteúdos.

O livro faz parte do material disponibilizado pelo Saraiva Aprova, trazendo ainda material de apoio em PDF, questões comentadas e videoaulas para que o candidato possa aprender da maneira que melhor lhe aprouver.

Os melhores livros para estudar para a segunda fase da OAB

Para a segunda fase do exame, o candidato deve contar com um bom material específico para a área que escolher, além de um Vade Mecum atualizado. Algumas obras se destacam no momento dos estudos:

1. Manual de Direito Administrativo

O Manual de Direito Administrativo da professora Licínia Rossi foi feito especialmente para a OAB e concursos, com recursos exclusivos para que o examinando possa otimizar e sistematizar o conteúdo, assimilando-o de maneira eficiente.

No livro, a autora apresenta as principais divergências doutrinárias na matéria, esquemas gráficos, decisões reconhecidas pelo STF com repercussão geral, comparações com a doutrina estrangeira, questões comentadas, guia para estruturação de peças prático-processuais, tabela de prazos e dicas para véspera da prova.

2. Manual de Prática Civil

O manual dos professores Fernanda Tartuce e Luiz Dellore possui um diferencial de agradar a todos os públicos, sendo especialmente vantajoso para quem vai prestar o Exame da Orde. Além de conter a teoria exigida no edital, traz questões para facilitar a assimilação do conteúdo.

A obra é atualizada e passou por intensa adequação para estar de acordo com o Novo Código de Processo Civil (e suas alterações), trazendo novidades da jurisprudência formada com base nas novas legislações.

3. Prática Civil – Passe na OAB 2ª Fase FGV – Col. Completaço

O livro de Marcelo Hugo da Rocha é uma boa aposta para aqueles que farão questões discursivas na área de Direito Civil, já que traz teoria, questões, modelos, súmulas e jurisprudências de forma objetiva e direta.

Chamado de o “livro definitivo” da segunda fase da OAB, a obra traz um passo a passo para que o candidato aprenda a pensar nos moldes daquilo que a FGV pede e possa elaborar respostas semelhantes às do gabarito da banca.

4. Prática Constitucional – Passe na OAB 2ª Fase – Col. Completaço

Seguindo a coleção Completaço, o autor Marcelo Hugo da Rocha apresenta teoria e questões da área de Direito Constitucional nos mesmos moldes dos outros livros: reunindo a experiência das salas de aula para passar o conteúdo da maneira mais didática possível.

5. Direito Empresarial Esquematizado

O coordenador Pedro Lenza apresenta seu manual de Direito Empresarial de maneira simplificada, o que facilita a retenção de conteúdo por parte do examinando. Ele trata, em especial, sobre a evolução da doutrina e sobre as jurisprudências mais atuais nos Tribunais do país.

Na edição mais recente, o autor pontua questões como mudanças na lei introduzidas pelo Novo CPC (especialmente no rito parcial da sociedade) e sobre a possibilidade de um único endereço de residência e estabelecimento comercial no caso do MEI.

6. Prática Penal Para Exame da OAB

Ana Flávia Messa oferece nesse livro diretrizes práticas para que o examinando possa elaborar peças exclusivas do Direito Penal, bem como aprenda a estruturar boas respostas para questões discursivas cobradas na área.

Em sua última edição, a autora tratou de apontar mudanças do Código de Processo Civil que refletem (na prática) no Direito Penal.

7. Passe na OAB 2ª Fase FGV – Completaço – Prática Trabalhista

A obra do professor Bruno Klippel foi pensada como um guia definitivo para o candidato que optou pela matéria de prática trabalhista na segunda fase do Exame da Ordem. Seu conteúdo é atualizado e confiável.

Nele, há teoria, modelos de peças prático-processuais, enunciados de Tribunais, OJs e questões comentadas para que o leitor reforce o aprendizado com a prática.

8. Direito Tributário Esquematizado

De autoria do professor Roberto Caparroz, o livro Direito Tributário Esquematizado já traz benefícios desde o seu projeto gráfico, já que foi projetado especialmente para facilitar a memorização e assimilação dos principais temas da matéria.

O livro é completo e perfeito para o candidato que vai prestar a segunda fase do exame, já que além da doutrina, traz questões de provas, entendimentos de tribunais superiores e reprodução de artigos da Constituição Federal e do Código Tributário Nacional. Assim, o examinando não precisa recorrer a outras fontes para estudar.

Agora que você já conheceu os melhores livros para estudar para a OAB, que tal conhecer nossa seleção especial de materiais gratuitos para a primeira fase do exame?

5 melhores práticas para resolver questões da OAB

5 melhores práticas para resolver questões da OAB

Muita gente acha que resolver questões da OAB é um verdadeiro bicho de sete cabeças — pois muito se fala na dificuldade da prova e nos índices de reprovação.

Na verdade, não há motivos para desespero: investindo em uma boa preparação e utilizando algumas táticas, é possível aumentar (e muito) as suas chances de aprovação.

No artigo de hoje, separamos 5 dessas melhores práticas para resolver questões da OAB. Vamos ver quais são elas?

1. Destaque as informações importantes

O primeiro passo para resolver questões da OAB é destacar as informações importantes fornecidas pelo enunciado. Afinal, é comum que os candidatos, ansiosos na hora da prova, leiam a questão rapidamente e passem batido por detalhes cruciais para a sua resolução.

Por isso, antes de qualquer coisa, leia o enunciado com calma, destacando as palavras mais importantes: como “correta”, “incorreta”, “certa” e “errada”.

Prestar atenção a essas palavras é essencial para garantir um acerto — é muito comum que os candidatos, ansiosos com a prova, se confundam e marquem a alternativa correta em uma questão que pede a incorreta (ou vice-versa).

2. Elimine alternativas

Depois de destacar as informações importantes de uma questão, o próximo passo é eliminar as alternativas claramente incorretas. O examinador sempre inclui uma ou duas afirmativas desse tipo nas questões, então, é importante excluí-las de cara para aumentar as suas chances de acerto.

Veja o exemplo de uma questão de Filosofia do Direito do XVIII Exame da OAB, em que uma das alternativas afirmava que “interpretar um texto significa alcançar o único sentido possível de uma norma conforme a intenção que a ela foi dada pelo legislador.”

Ainda que você não tenha certeza da resposta correta, é simples deduzir que interpretar um texto não significa alcançar o único sentido possível de uma norma, certo? Essa alternativa, portanto, poderia ser eliminada de cara.

É importante destacar que os termos generalizadores — como “sempre”, “jamais” e “nunca” — quase sempre indicam assertivas incorretas. Como estudante de Direito, você já deve ter reparado que a resposta para a maioria das perguntas é “depende”, né? Por isso, desconfie quando se deparar com uma assertiva que generalize demais a resposta.

3. Otimize o seu tempo

A administração do tempo é um dos grandes desafios para quem vai fazer a prova da OAB. São 5 horas para resolver 80 questões objetivas, e ainda é necessário separar um tempo para preencher o seu cartão de respostas. Colocando na ponta do lápis, são aproximadamente 3 minutos e meio para cada questão. Apertado, né?

Por isso, saber otimizar seu tempo é crucial para ter um bom desempenho. Uma boa forma de fazer isso é começar pelas matérias com as quais você tem mais facilidade. Essas questões serão resolvidas mais rapidamente, de forma que você terá mais tempo ao final da prova para responder às perguntas mais difíceis.

Além disso, você também estará mais descansado mentalmente no início da prova. Começando por um assunto que você domina, você praticamente garante alguns acertos — já que as chances de errar por bobeira serão bem menores.

Também é importante lembrar que essa tática tem um ótimo efeito psicológico: nada como começar lendo as questões das quais você já sabe as respostas para ganhar confiança para o resto da prova, certo?

4. Fique atento às pegadinhas

Não são apenas os seus conhecimentos jurídicos que o Exame da Ordem quer testar: a atenção do candidato também será analisada. É justamente por isso que a prova costuma vir recheada de “pegadinhas”, ou seja, questões feitas para induzir um candidato mais desatento ao erro.

Para resolver questões da OAB, é indispensável ficar de olho para não cair nos truques do examinador.

Uma das pegadinhas mais recorrentes no Exame da Ordem é a mistura de afirmações corretas e incorretas em uma mesma alternativa. Se um candidato lê uma dessas alternativas com pressa, pode não atentar à sua parte falsa e considerá-la como correta.

Outra pegadinha bastante comum é misturar os conceitos. Um exemplo: em uma afirmativa sobre Direito Penal, consta que arrependimento eficaz ocorre quando o agente desiste de prosseguir na execução do crime, enquanto que, na desistência voluntária, ele impede que o resultado se produza. Lendo com pressa, a alternativa pode parecer correta; entretanto, os conceitos estão trocados: o primeiro conceito é o de desistência voluntária, enquanto o segundo é o de arrependimento eficaz.

Para evitar erros como esse, basta ler todas as alternativas com muita calma.

5. Verifique informações que se repetem

Na maioria das questões da prova da OAB, as diferentes alternativas repetem algumas informações. Analisando essas informações, é possível eliminar algumas das assertivas incorretas.

Para exemplificar essa prática, vejamos como exemplo uma questão do XXII Exame da Ordem:

“Cláudio, advogado inscrito na Seccional da OAB do Estado do Rio de Janeiro, praticou infração disciplinar em território abrangido pela Seccional da OAB do Estado da São Paulo. Após representação do interessado, o Conselho de Ética e Disciplina da Seccional da OAB do Estado do Rio de Janeiro instaurou processo disciplinar para apuração da infração.

Sobre o caso, de acordo com o Estatuto da OAB, o Conselho de Ética e Disciplina da Seccional da OAB do Estado do Rio de Janeiro:

a) não tem competência para punir disciplinarmente Cláudio, pois a competência é exclusivamente do Conselho Seccional em cuja base territorial tenha ocorrido a infração, salvo se a falta for cometida perante o Conselho Federal.

b) tem competência para punir disciplinarmente Cláudio, pois a competência é exclusivamente do Conselho Seccional em que o advogado se encontra inscrito, salvo se a falta for cometida perante o Conselho Federal.

c) tem competência para punir disciplinarmente Cláudio, pois a competência é concorrente entre o Conselho Seccional em que o advogado se encontra inscrito e o Conselho Seccional em cuja base territorial tenha ocorrido a infração, salvo se a falta for cometida perante o Conselho Federal.

d) não tem competência para punir disciplinarmente Cláudio, pois a competência é exclusivamente do Conselho Federal, ainda que a falta não tenha sido cometida perante este, quando o advogado for inscrito em uma Seccional e a infração tiver ocorrido na base territorial de outra.”

Nesse exemplo, duas das opções afirmam que o Conselho tem competência para punir Cláudio; as outras duas, afirmam que não. Se você sabe que a competência para punir é da Seccional em que foi praticada a infração (no caso da questão, em São Paulo), já pode eliminar as assertivas em que se repetem a informação (errada) de que a competência seria da Seccional do Rio de Janeiro!

Mesmo que você não saiba a resposta correta, nesse caso já eliminou duas alternativas com informações erradas que se repetiam, aumentando as suas chances de acerto.

Resumindo

  1. Destaque as informações importantes: isso aprimora o foco e evita confusão nas respostas.
  2. Elimine alternativas: para aumentar as probabilidades de acerto.
  3. Otimize o seu tempo: para concentrar sua energia nas questões que você sabe responder.
  4. Fique atento às pegadinhas: isso evita erros bobos e pode ser a diferença entre 39 e 40 acertos.
  5. Verifique informações que se repetem: para que você consiga responder uma questão mesmo sem ter completo domínio sobre ela.

 

E você, curtiu nossas dicas para resolver questões da OAB? Nós estamos sempre revisitando os Exames para trazer dicas e notícias em primeira mão para você.


Interpretação de questões: dicas para compreender a OAB

Criada em 1843, a OAB é a principal entidade de representação profissional de advogados no território nacional. Além de ser um órgão reconhecido, é ela a responsável pela aplicação do Exame da Ordem — via formal para que um bacharel em Direito se torne apto a exercer o poder postulatório.

Apesar disso, a prova da OAB é reconhecida por ser um grande desafio para os estudantes, mas existem algumas técnicas que podem otimizar a resolução da prova e garantir o sucesso na aprovação do candidato.

Pensando nisso, nós da Saraiva Aprova preparamos um artigo com os principais aspectos relacionados à interpretação de questões da OAB. Venha aprimorar seus conhecimentos!

Estrutura do exame

Segundo dados publicados pela própria OAB, apenas um pequeno grupo de 25% do total de candidatos é aprovado no primeiro exame. Isso demonstra como a prova é complexa e a importância em otimizar os estudos de forma eficiente.

Sendo assim, é importante que o estudante conheça, também, alguns pontos importantes sobre a estrutura da prova. Veja:

  • duração da prova objetiva (1ª fase): 5 horas;
  • número de questões da prova objetiva (1ª fase): 80 questões de múltipla escolha com 4 alternativas cada;
  • duração da prova prática (2ª fase): 5 horas;
  • estrutura da prova prática (2ª fase): questões dissertativas e peça relacionada com a área de estudo escolhida.

Essa estrutura, apesar de simples, destaca o nível de atenção que o estudante precisa assumir diante da prova. É necessário acertar 50% das questões na primeira prova e, na segunda parte (que vale 10 pontos), a OAB exige uma nota mínima de 6 para a aprovação final.

Técnica para interpretação das questões

Saber interpretar um texto corretamente é um requisito básico para quem quer ser aprovado em um exame prático, como é o da OAB. Nesse contexto, é fácil perceber como, por muitas vezes, candidatos que possuem o domínio do conteúdo, mas, na hora de colocar tudo em prática, acabam confundindo qual é o objetivo da pergunta. Entenda como agir nesses casos:

1. Faça uma leitura crítica

Uma primeira dica para resolver esse problema é exercitar a leitura crítica: leia bastante, pare e reflita sobre o que foi falado e tire suas próprias conclusões sobre o tema. Como o Direito não é uma ciência exata, diversos autores acabam seguindo uma linha de pensamento.

Dessa forma, essa prática pode auxiliar tanto na sua capacidade crítica/interpretativa quanto na própria formação do conhecimento técnico.

2. Destaque as palavras importantes

Como se trata de uma prova extensa e cansativa, uma boa prática para facilitar a interpretação de questões é destacar palavras que resumem o assunto principal do enunciado, inclusive sublinhando os casos que apresentam o termo correto/incorreto.

Assim, a probabilidade de errar uma questão por equívoco na interpretação é reduzida consideravelmente, aumentando, portanto, suas chances de aprovação.

3. Escaneie a questão

Outra dica para ajudar você na interpretação de questões: logo após receber a prova, faça uma leitura rápida — cuidado para não demorar mais do que o necessário — escaneando as questões e seus temas.

Com uma leitura prévia, vai ser mais fácil resgatar conceitos estudados, auxiliando na interpretação das questões e, consequentemente, na resolução delas.

4. Elimine alternativas

Caso encontre dificuldades ou dúvidas em uma opção, leia com calma todas as alternativas — eliminando uma por uma. Descartando improváveis respostas, a chance de acerto na questão aumentará consideravelmente.

Essa técnica, além de garantir suas chances de acerto, reduzirá o tempo de resolução da questão, uma vez que não será necessária a releitura das alternativas eliminadas.

Interpretação de questões na prática

De nada adianta entender todos os conceitos para interpretar questões da melhor maneira e não os colocar em prática. Pensando nisso, separamos algumas questões que já caíram no Exame da Ordem em anos anteriores para ajudar você a se preparar para seu teste.

Exemplo 1

Para entender a importância da interpretação de questões na aprovação da OAB, vamos tomar como base uma questão objetiva da FGV. Vejamos:

(OAB/FGV 2010.2) A respeito do Conselho Nacional de Justiça é correto afirmar que:

(A) é órgão integrante do Poder Judiciário com competência administrativa e jurisdicional.

(B) pode rever, de ofício ou mediante provocação, os processos disciplinares de juízes e membros de Tribunais julgados há menos de um ano.

(C) seus atos sujeitam-se ao controle do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça.

(D) a presidência é exercida pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal que o integra e que exerce o direito de voto em todas as deliberações submetidas àquele órgão.

Como podemos ver, a questão é bem objetiva com a pergunta central, não exigindo nenhum raciocínio lógico ou crítico do candidato, apenas o conhecimento sobre o tema. Entretanto, quanto mais simples a questão for, maiores são as chances de nos depararmos com as “pegadinhas”.

Portanto, leia atentamente, destacando as palavras principais e eliminando alternativas incorretas. Fazendo isso, a probabilidade de acerto cresce, diminuindo as chances de dúvidas ou erros.

Exemplo 2

Além do estilo de questões demonstrada no primeiro exemplo, existem as que requerem mais do raciocínio e concentração do candidato.

(OAB/FGV 2010.2) Assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas do texto:

“para a ocorrência de __________, não basta a imputação falsa de crime, mas é indispensável que em decorrência de tal imputação seja instaurada, por exemplo, investigação policial ou processo judicial. A simples imputação falsa de fato definido como crime pode constituir __________, que, constitui infração penal contra a honra, enquanto a __________ é crime contra a Administração da Justiça”.

(A) denunciação caluniosa, calúnia, denunciação caluniosa.

(B) denunciação caluniosa, difamação, denunciação caluniosa.

(C) comunicação falsa de crime ou de contravenção, calúnia, comunicação falsa de crime ou de contravenção.

(D) comunicação falsa de crime ou de contravenção, difamação, comunicação falsa de crime ou de contravenção.

Além de requerer conhecimentos que vão adiante do dispositivo legal e da doutrina, esse tipo de questão exige uma interpretação dos termos utilizados, podendo confundir o candidato.

Por isso, alternativas como essas demandam por um trabalho e um desgaste mental maior — e devem ser feitas cuidadosamente pelo candidato, evitando possíveis erros.

E então, leitor? Gostou do nosso conteúdo? Quer começar a estudar agora mesmo para o Exame da Ordem? Então conheça a melhor opção para você: estudar por conta própria ou fazer um curso preparatório?